Era uma vez em Portugal

Mas o passeio tornou-se num pesadelo de 3 horas. Chegados ao outlet de Vila do Conde, dos 10 lugares disponíveis para deficiente e próximos da entrada do edifício, não havia nenhum disponível e o parque estava cheio. Dos lugares ocupados, apenas 2 tinham o dístico (obrigatório por lei) que permite às viaturas portadoras aparcarem nesses lugares.
Carlos foi primeiro ao balcão de informação da superfície comercial, onde pretendia que anunciassem aos altifalantes o pedido de remoção das viaturas ilegalmente estacionadas, mas foi informado que nada podiam fazer pois o parque é publico. Chamou então a GNR.
Quase 1 hora depois, um dos "anormais" que ocupava um lugar saiu e permitiu que Carlos estacionasse então a viatura que transportava o filho. A GNR chegou ao local nessa mesma altura e como verificaram que a viatura de Carlos já estava estacionada disseram: "Se já está estão servidos... pronto!"
E retiraram-se do local sem multar os restantes infractores.
Aos protestos do país de Sérgio pela inoperância perante tantas violações à lei, responderam que teriam que ir ao posto apresentar queixa.
Para terminar e apesar de não ser relevante para a noticia, gostava de salientar que as deficiências de que Sérgio é portador são consequência de negligência médica do Hospital Maria Pia.
Jornal de Noticias
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