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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Palhaços ricos e palhaços pobres



Enquanto os palhaços ricos se divertem, nós, os palhaços pobres, desesperamos.

7 comentários:

  1. Mais um sinal da agressividade no Parlamento, marca do Partido Socialista actual.

    Assim, é cada vez mais difícil acreditar num Governo de legislatura... E será que algum partido quer que dure quatro anos?

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  2. Nuno,

    então a "agressividade" deste episódio é a marca do PS? Só se a Dra. Maria José já mudou outra vez de partido... :)

    Estimo muito o Ricardo Gonçalves e qualquer comentário que eu possa fazer sobre este assunto será absolutamente parcial. :)
    Mas talvez seja de registar que foi com as características que mais o distinguem da Dra. Maria José - humildade, transparência e sentido de democracia -, que algumas horas depois veio a público reconhecer os excessos do seu discurso...

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  3. A agressividade passa pelas "bocas" quanto às mudanças de partido e os termos usados... E por um tal "animal feroz" que gosta de atiçar os ânimos, como se vai vendo na Assembleia da República.

    Agora, a Drª Mª José Nogueira Pinto não chamaria o que chamou ao estimado Deputado se ele não lhe tivésse dado razões para isso, como é claro. Depois, vir com aquele choradinho que "eu sou da província e vocês são os meninos da linha" é uma coisa sem pés nem cabeça...

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  4. Não conheço o teor da troca de galhardetes que seu origem a esta "peixeirada".

    De um lado ou de outro, sinto-me indignado ao ver o calibre de algumas das pessoas, que naquelas funções me representam a mim e que representam os cidadãos desta nação.

    Independentemente de onde vêm ou para onde vão.

    Pegando no tema, a haver palhaços, seremos com certeza os que votam nestes deputados e lhes pagamos para fazer estas figuras.

    Deprimente...

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  5. Os "apartes" são regimentais. :) E pelo que ouvi não terão justificado a terminologia utilizada pela Dra. Maria José. É certo que o Ricardo se excedeu, mas parece-me natural, vindo de uma pessoa que valoriza tanto as ideologias e a dimensão utópica... Não deve ser fácil aceitar insultos de uma pessoa que fez à educação e ao respeito o mesmo que fez às ideologias: meteu tudo num saco...

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  6. Eu sou duplamente suspeito, até porque estimo os dois. E não tenho sequer a certeza se a rábula que eles protagonizaram é boa ou má. Não queiramos fazer-nos passar por anjinho: o ambiente está tenso, crispado. Há culpas em todo o lado.

    Se tiver que escolher, prefiro dois deputados que exprimam com todas as letras a crispação que anda no ar do que dois bananas que entram mudos e saem calados. Se é certo que esta história diz muito sobre o estado a que chegou o nosso parlamento, não estou certo que diga algo de muito mau sobre os dois que a protagonizaram.

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  7. Rui, acho mesmo que és suspeito. Porque independentemente da crispação que se verifique na vida politica portuguesa actual, e sem querer também ser anjinho, as instituições que estas duas pessoas representam merecem mais. Muito mais.
    Concordo contigo que este episódio representa o estado podre a que a nossa democracia chegou, mas vou mais longe, e culpo também os protagonistas.

    Ah, é verdade! O meu sobrinho mais novo, ao ver na televisão este episódio, foi a correr chamar os irmãos porque iam dar palhaços na televisão.

    Não se engana assim as criancinhas...

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