No final de Setembro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego 510.356 desempregados, ou seja, mais 115.113 indivíduos do que há um ano atrás.
Comparativamente com o mês de Agosto, o aumento foi de 1,7 por cento, o que representa mais 8.693 indivíduos inscritos.
Para o aumento homólogo do número de desempregados inscritos, tendência que se mantém desde Outubro de 2008, contribuíram principalmente as subidas do desemprego entre os homens (mais 46,2 por cento).
Comparativamente com o mês de Agosto, o aumento foi de 1,7 por cento, o que representa mais 8.693 indivíduos inscritos.
Para o aumento homólogo do número de desempregados inscritos, tendência que se mantém desde Outubro de 2008, contribuíram principalmente as subidas do desemprego entre os homens (mais 46,2 por cento).
Esta devia ser uma das principais prioridades da política em Braga.
ResponderEliminarInfelizmente, não parece ser o caso.
Sem dúvida! É um dos principais problemas que o nosso país se debate infelizmente. Importante será também referir e reflectir sobre o facto da maior parte da riqueza nacional estar dividida por uma cada vez menor porção da população e a tendência para a extinção da classe média é cada vez mais notória...Temos de combater o desemprego, porém a fiscalização para as pensões mínimas e baixas terá de ser exaustiva! Há que investir na fiscalização, porque no fundo é do que realmente se trata, UM INVESTIMENTO a médio/longo prazo, mas urge fiscalizar...só assim atingiremos um maior equilíbrio!
ResponderEliminarSem dúvida Nuno Sá (ben-fiiii-caaaaa) :)
ResponderEliminarA fiscalização do estado, não só às prestações sociais (pensões, baixas, subsídios e outros) tem que ser cada vez mais fiscalizada.
Não digo, aliás seria hipócrita, que o governo não tenha já dado mais um passo no sentido de apertar cada vez mais a rede de fiscalização. Mas não basta de forma alguma.
Tenho a certeza, que com a fiscalização efectiva e regras mais apertadas e limitadas no tempo de prestações sociais temporárias, seria possível com certeza melhorar as pensões mínimas que são baixíssimas, prolongar o subsidio de desemprego para situações realmente graves (que existem e cada vez mais) e, no fundo, ajudar realmente quem precisa e não quem não quer trabalhar e se habituou a ser subsidio-dependente.
Já para não falar de excepções fiscais especificas e eficazes para ajudar as empresas que fomentem a criação de emprego, mas, mais uma vez, que seja fiscalizado para que não haja os esquemas habituais.
Mais vale investir a sério na fiscalização, quer laboral quer social ou fiscal, do que estarmos a pagar a factura do esbanjamento e má aplicação de prestações sociais.
Mas será que eu sou assim tão esperto, ou pelo contrário, estou mesmo é a ser... hihó, hihó...
E depois o burro sou eu, sou (onde é que já ouvi isto?).