domingo, 20 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Em casa onde não há pão...

Parece que rebentou a peixeirada para os lados do número 421 da Avenida João XXI.

Zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades.

Que seria preciso para ele abdicar da sua subvenção e deixar de ser um peso na despesa do país?

"Acho que estes senhores têm de ser julgados"

Deve estar a falar dele e de um outro tal Soares que caiu com um avião na Jamba, em Angola.


Ler mais em http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3474048

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Voto porque espero...

No próximo dia 29 de Setembro os bracarenses irão eleger os novos órgãos autárquicos nas primeiras eleições dos últimos trinta e sete anos sem Mesquita Machado. Na hora da despedida deste verdadeiro dinossauro do poder autárquico aqui fica a devida homenagem de alguém que, tendo militado ativamente na oposição ao seu poder durante mais de dez anos, reconhece o mérito de quem soube sucessivamente merecer a confiança da maioria dos eleitores. De resto a escolha recai claramente entre Vítor Sousa e Ricardo Rio. É com naturalidade que reconheço que a minha condição atual de independente não me retirou as convicções e os princípios político-ideológicos que fazem parte da minha matriz. Sou por isso, por princípio, um homem ideologicamente próximo da família política da Coligação Juntos por Braga. Entendo porém que em eleições autárquicas elegemos cada vez mais pessoas e cada vez menos ideologias, até porque a política autárquica e o exercício dos respetivos mandatos tem muito mais de personalista do que ideológico...é a chamada política de proximidade, ou pelo menos assim deve ser. Nesse sentido irei exercer o meu direito de voto, a minha escolha considerando a pessoa. Não vou tão pouco focar-me nas equipas porque se assim o fizesse, não estaria tão certo da minha opção. Ricardo Rio tem pessoas a quem reconheço um mérito inquestionável como Firmino Marques que é, quanto a mim, o protótipo do que deve ser um autarca do século XXI, sendo que a outros elementos não reconheço o mérito, nem tão pouco a oportunidade. Por sua vez Vítor Sousa tem elementos a quem também reconheço qualidades importantes como Hugo Pires e Miguel Corais cujo trabalho no mandato que agora termina julgo ter sido notoriamente importante para a cidade, sendo que a outros reconheço apenas clientelismo do sistema instalado. Entendo que quanto mais não seja Braga precisa de dar a si própria essa nova oportunidade de viver um poder diferente, rejuvenescido e com novas forma de estar e de agir. Uma autarquia mais transparente onde o mérito se sobrepõe aos interesses político partidários, onde as pessoas que exercem cargos públicos têm provas dadas nas suas atividades profissionais originais, onde as nuvens sobre passado e presente dos políticos, assessores e elementos a exercerem cargos de nomeação política pura e simplesmente não existem. Uma cidade a respirar confiança e ar renovado por novas caras, por novas pessoas. Uma cidade onde daqui a quatro anos possamos dizer que notamos as diferenças. Voto em Ricardo Rio, pela via da Coligação Juntos por Braga por ser o meio pelo qual o posso fazer, assumindo esta expectativa na pessoa e no compromisso de fazer com que em 2017 se notem de facto as diferenças. Voto porque espero e acredito bem mais de e em Ricardo Rio. Ramiro Brito

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Como pode alguém agir como se só fizesse parte do executivo em gestão quando há inaugurações? E o resto, Vítor Sousa?

Em vez de criticar a oposição, em vez de fazer promessas ocas, Vítor Sousa devia explicar aos bracarenses todos estes negócios, e outros, que penas deslapidaram o erário publico.

Agora, como candidato, age como se não tivesse passado (recente). Como se não tivesse responsabilidade nesta gestão desastrosa do partido socialista na câmara de Braga.

Ele pediu há dias uma posição do Ricardo Rio sobre as politicas nacionais da coligação. Pois bem, dê ele o exemplo e diga qual a sua posição quanto as estas negociatas. E as promessas falhadas do seu executivo. Não haja como um santo, faça como um santo.


Fonte: FP (obrigado)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Antigo hospital de Braga (S. Marcos) acolhe novos serviços

Um dos edifícios do antigo Hospital de S. Marcos, em Braga, vai acolher uma unidade de cuidados continuados e paliativos, uma unidade de fisiatria e reabilitação e ainda um "lar" para doentes de Alzheimer.

O anúncio foi hoje feito pelo provedor da Misericórdia de Braga, proprietária do complexo de seis edifícios nos quais estava instalada a unidade hospitalar, Bernardo Reis, na apresentação das festividades para assinalar os 500 anos da instituição.

Em declarações à Lusa, o provedor explicou ainda que as convenções para aquelas valências foram "cedidas" pelo Estado "em vez" da indemnização que a instituição reclamava pela demora na devolução do complexo após a saída do Hospital de S. Marcos para novas instalações, em maio de 2011.

"O chamado ‘pavilhão sul’ vai albergar uma unidade de cuidados continuados e paliativos, dois andares serão ocupados com um lar, não no sentido convencional, para doentes de Alzheimer", explicou o provedor.

Estas duas unidades terão, explanou, "80 e 60 camas e vão abrir em janeiro de 2014 e janeiro de 2015 respetivamente".

Além destas valências, o edifício albergará também uma unidade de fisiatria e reabilitação física.

Quanto aos restantes edifícios do antigo Hospital de S. Marcos, Bernardo Reis confirmou "que existe um programa mas que ainda não é hora de o revelar".

O complexo ficou desocupado, em 2011, depois da transferência do S. Marcos para novas instalações, com a misericórdia de Braga a interpor uma ação contra o Estado pela "demora" na entrega dos edifícios pelo Estado.

Demora esta que, afirmou na altura Bernardo Reis, "trouxe enormes prejuízos à Santa Casa porque nem se recebia renda nem era possível utilizar os prédios".

O Estado, revelou, "pagou todas as rendas em atraso e concedeu à misericórdia de Braga duas convenções em troca da indemnização que era reclamada, uma vez que o complexo só foi devolvido em setembro de 2012".

Estas duas convenções dizem respeito às unidades de cuidados paliativos e continuados e de fisiatria, a unidade para doentes de Alzheimer "não está ainda convencionada mas vai ser".

Fonte: Impala


quinta-feira, 11 de julho de 2013

E agora Cavaco?

Sai uma moção de confiança na A.R. proposta pelos partidos do governo.
E agora Cavaco? Grande cara de tacho, não (não é minha intenção pagar 1200€ de multa)?
Ou aceitas a proposta de remodelação do governo e empossas os novos titulares das pastas, ou te atravessas e convocas eleições antecipadas com todas as consequências que daí adviriam, ou arranjas tu uma solução especifica de governo e propões aos partidos do arco da governação, mas com nomes nos bois.
Agora essa treta que propões é a mesma coisas que "ir dar uma queca e ficar despachado ainda antes de tirar as calças".
Haja dó.

Baralha de novo e volta a dar.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Onde andam agora os defensores do senhor Sócrates e do seu governo?

O relatório da Comissão Parlamentar que investigou as Parcerias Público Privadas arrasa o Governo de José Sócrates. O documento elaborado por um deputado do PSD foi apresentado esta manhã e sugere que os responsáveis políticos devem ser responsabilizados por terem lesado o Estado. Por isso as conclusões foram enviadas para o Ministério Público para uma investigação da justiça.

Será, portanto, mais um caso para ser arquivado e todos os que forem constitutivos réus, serem absolvidos. 
Não estivéssemos nós no país "da culpa que morre sempre solteira".



terça-feira, 4 de junho de 2013

Carta aberta ao Senhor Presidente da Câmara, eng. Mesquita Machado

















Capitulo II

Ainda na sequência da minha carta de ontem, senhor engenheiro, aqui ficam mais 2 fotos de valentes mamarrachos emissores de tiquetes de estacionamento, dos quais temos vindo a falar, eu e o senhor.
Estes dois, pasme-se ou não, pois V. Exa. não sabe o que é meter uma moeda num parcómetro em Braga, ficam debaixo da sua portentosa barba praticamente todos os dias. Já deve ter reconhecido o edifício ao fundo, com certeza, e provavelmente a janela do seu gabinete, de onde, aliás, emitiu o despacho da venda da concessão do estacionamento de superfície na cidade de Braga.
Estas duas maquinetas, pois existe uma outra do lado oposto da Praça do Município, como pode ver nos 2 bonecos que junto, são mais dois monstros totalmente inacessíveis a qualquer cidadão com mobilidade reduzida.
Na foto da esquerda, o visor e as instruções (1) está a mais de 1,80m do sol, a zona de introdução e recuperação de moedas (2) a mais de 1,50m do solo e está colocado em cima da zona ajardinada (3), mais de 30 cm desviados do passeio, onde por exemplo uma cadeira de rodas pararia para lhe aceder (gargalhada).
A segunda foto, demonstra bem do que estou a falar, para que não restem duvidas.
Como vê, ás vezes gerir uma câmara em função dos munícipes é tão fácil como ir à janela e olhar para as coisas com olhos de ver.
Com tantos amigos meus e que lêem o que ponho no meu mural, que são eles ao mesmo tempo amigos do engenheiro, seria engraçado ver a câmara de Braga dar o primeiro passo e ouvir as partes envolvidas.

Sem outro assunto de momento, com uma imensa mágoa por ver o meu município tratar desta forma alguns dos seus cidadãos mais desprotegidos, subscrevo-me atenciosamente,
Paulo Novais, cidadão bracarense.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Carta aberta ao Senhor Presidente da Câmara, eng. Mesquita Machado





















Desde que V. Exa. vendeu, por um período determinado de tempo, a exploração do estacionamento de superfície na cidade de Braga, que a empresa concessionária passou a multar os cidadãos com mobilidade reduzida, se estes estacionarem as suas viaturas em lugares específicos para deficientes existentes nos locais concessionados, se estes cidadãos não colocarem moeda como qualquer outro comum cidadão.
O problema, senhor engenheiro, é que estes cidadãos, por força das circunstâncias que com toda a certeza dispensariam, não são cidadãos comuns. São pessoas com problemas graves de mobilidade e, os quais a lei protege. Excepto na cidade de Braga. Onde tudo se vende, até a decência.
As fotos que ilustram esta carta aberta, a primeira de muitas, pode ter a certeza, demonstram bem a falta de vergonha que paira neste executivo camarário.
O posto emissor de tiquetes de estacionamento que pode ver nas fotos, situa-se em frente a um dos mais movimentados centros de saúde de Braga, na rua do Alcaide, em frente ao qual existem 2 lugares para deficientes e, a referida maquineta de fazer dinheiro do outro lado da rua.
Como pode ver, claramente visto, este posto emissor viola toda a legislação existente que regulamenta a instalação de equipamentos, nomeadamente o decreto lei 163/2006 de 8 de Agosto, cuja leitura longa aconselho a V. Exa. e aos funcionários da câmara responsáveis por certificar a utilização destes equipamentos urbanos em Braga.
Na foto da esquerda, é visível que o visor e instruções de utilização estão colocados a mais de 1,70m de altura, quando a lei estipula um máximo de 1,40m. Já o ponto 2 desta foto, mostra a zona de inserção e recuperação de moedas, essa a cerca de 1,50m do solo.
Claro que a cereja em cima do bolo é o ponto 3 da foto, que é a distância existente disponível para o acesso de pessoas, ele já reduzido para o comum cidadão, não dispondo de mais de 1 m2 sendo que a distância às viaturas estacionadas (correctamente e todas com tiquete no vidro) é de 30 a 40 cm.
Pelo exposto, e por todas as outras que já tenho reunidas, informo V. Exa., que na qualidade de cidadão com mobilidade reduzida e devidamente certificado pelo IMTT, não pagarei qualquer estacionamento em Braga em que os postos de emissão de tiquetes não cumpram a legislação em vigor no território nacional.
Se eu tenho que cumprir a lei, pagando o meu estacionamento, como alegou já a CMB, antes disso, tem V. Exa. e a câmara que dirige de o fazer. Obrigando a que todos os equipamentos urbanos da cidade cumpram a legislação em vigor.
Mais informo, que preparo um dossier com diversos casos na cidade, iguais e piores, que pretendo expor pessoalmente a V. Exa. esperando que o bom senso prevaleça e a CMB ordene que o estacionamento legal em lugares de deficientes não tem que ser pago. Ou, em ultimo recurso, ponderarei apresentar uma queixa contra a CMB nos locais competentes para o efeito.

Sem outro assunto de momento, com uma imensa mágoa por ver o meu município tratar desta forma alguns dos seus cidadãos mais desprotegidos, subscrevo-me atenciosamente,

Paulo Novais, cidadão bracarense.

sábado, 25 de maio de 2013

Esta gente não tem vergonha. Nem nome?

Ricardo Rio, por mim também estás perdoado. Por votares contra semelhante anormalidade. Quem se segue nas lista das estátuas em Braga. Mesquita Machado? Ou António Salvador?
Por mim era o Migaitas.
In Correio do Minho

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Qual será?...


Desde o primeiro momento em que tomei conhecimento da novidade que me interrogo: 

Será que o presidente da actual concelhia do CDS- Braga é inábil, inapto, inerte, e outros "ins" que tais, que Altino Bessa - o redentor, abdicará(?) do seu assento no Palácio de São Bento para socorrer o seu tutelado e remediar o erro de casting cometido? Ou será que o presidente da actual concelhia do CDS- Braga é inábil, inapto, inerte, e igualmente outros "ins" que tais, que se deixou vergar por Altino Bessa - o estratega, o outrora alegado menino bonito das terras de Basto que agora age excomungando os seus conterrâneos celoricenses, e temendo o crivo do povo nas próximas legislativas e antevendo um potencial resultado da coligação em Braga tenta aconchegar-se por aqui? Qual será?... Qual será?...

Pode ainda existir outro terceiro "será"... A existir, ainda não sei qual será. Mas estou receptivo a eventuais explicações.  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Terrenos para a pousada da juventude eram de filha de Mesquita Machado até há 7 dias atrás

Abram os olhos de uma vez. 

1 - Se não chegaram as polémicas com o edifício da Fábrica Confiança, e as suspeitas de uma proximidade demasiado comprometedora, entre o rosto da empresa Urbinews, proprietária do espaço e o genro de Mesquita Machado, depois de esta empresa ter comprado o edifício da Fábrica Confiança por 1,9 milhões de euros e ter vendido posteriormente à câmara de Braga por 3,5 milhões de euros;

2 - A polémica da concessão por cerca de 4 milhões de euros à empresa ESSE (do amigo Salvador) da gestão do estacionamento de superfície de Braga com 1172 estabelecidos à data do negócio e, um par de meses depois aumentar em 27 ruas a abrangência do negócio, sendo que podem até chegar a mais 100 ruas e tudo sem aumentar o preço da concessão inicial;

3 - Surge agora mais esta. Os prédios que a Câmara de Braga pretende expropriar para construir a nova Pousada de Juventude da cidade pertenceram à filha do presidente da autarquia, Mesquita Machado, até à semana passada
Os imóveis foram vendidos a uma imobiliária da cidade e, quatro dias depois, foi iniciado o processo de aquisição dos terrenos situados junto ao Convento das Convertidas, no centro da cidade. Os documentos da 1.ª Conservatória do Registo Predial são claros, dando conta da transmissão da propriedade dos dois imóveis para a empresa Urbimodarte no dia 30 de Abril (terça-feira da semana passada). 
Os prédios tinham sido comprados, em 2010, pela filha de Mesquita Machado e pelo marido, e está hipotecado, como garantia por um crédito concedido ao casal em 2011, com um montante máximo assegurado de 2,7 milhões de euros. Segundo os registos da Conservatória de Braga, os edifícios continuam hipotecados. Caso avance o pedido de expropriação dos mesmos, a hipoteca será o primeiro elemento a ser liquidado pelo dinheiro público envolvido no negócio.
Quatro dias após a venda dos prédios pela filha e o genro de Mesquita Machado, a autarquia deu início do processo de expropriação dos mesmos, num processo declarado “urgente” e em que é evocado o “interesse público” da sua localização. O documento será votado na reunião do executivo municipal desta quinta-feira.

Um "suponhamos": 
com jeito, podemos até supor que a empresa Urbimodarte, a quem foram vendidos os edifícios, tem também ela ligações ao clã Mesquita Machado. E reafirmo, suponhamos...

A taxa de IMI, em tempos de tanta crise e quando o país está de rastos, que muitas famílias mal podem suportar, não baixa a câmara. 

Haja vergonha, meus senhores. Andam a brincar com o dinheiro dos nossos impostos.

domingo, 28 de abril de 2013

Autárquicas dividem CDS/PP em Braga

As eleições autárquicas, ou talvez o que lhe está subjacente, tiveram como primeira consequência a divisão interna do CDS/PP em Braga.
Nomeadamente, o chumbo da indigitação do actual presidente da concelhia de Braga, para número dois da lista da coligação Juntos Por Braga. Bem como de qualquer pessoa da actual concelhia. Excepto o presidente da JP, que faz parte da concelhia por inerência do cargo. Mas que na sua eleição não teve o apoio da concelhia do CDS/PP ou do seu presidente.

Nos nomes indigitados para as próximas eleições autárquicas, desaparece o do actual vereador do CDS/PP, Manuel Mexia Rocha, não consta nenhum membro da concelhia e, surpresa das surpresas, o número dois da lista de vereadores da coligação, e o primeiro nome do CDS/PP indigitado por acordo com o restantes partidos, é uma pessoa que não é de Braga, não vive em Braga nem trabalha em Braga.
Ou seja, o melhor que o CDS/PP de Braga conseguiu para representar os seus militantes e os bracarenses eleitores do CDS/PP, foi uma pessoa que não é de Braga. Nem nunca foi a votos na concelhia de Braga.

Não se trata de julgar a pessoa em questão, as suas capacidades politicas e/ou profissionais. Apesar do nome indigitado ser actualmente deputado do CDS/PP pelo distrito de Braga e der ser o actual presidente da distrital de Braga do CDS/PP.

As eleições autárquicas são por definição eleições locais. E por muito que os partidos se esforcem por ter nomes sonantes a representar os principias círculos eleitorais do país, muitas vezes, também eles outsiders, isso não faz do facto uma normalidade. Neste caso, no de Braga, o CDS/PP indigita, segundo o acordo tri-partido, o número dois, o número seis e número nove da lista da coligação Juntos por Braga. Para cumprir as quotas de representantes femininos, o CDS/PP nomeia dois homens e uma mulher, ou seja, segundo é um homem, o sexto uma mulher e o nono outro homem.

Como militante do CDS/PP e como eleitor em Braga, não me revejo de todo na representação do meu partido nas listas da coligação Juntos por Braga, o que me causa desde já uma incompatibilidade, entre o desejo de ver a coligação gerir os destinos de Braga e o meu voto no CDS/PP.
Espero ser o único, para bem de Braga. Sei que não passo de uma opinião, de um voto. Mas por um voto se ganha e por um voto se perde.

Esta é, provavelmente, a única vez nos próximos 12 anos, em que a coligação Juntos por Braga terá a oportunidade de conquistar a câmara de Braga.

Fico também a aguardar que a actual concelhia de Braga tire as suas conclusões desta trapalhada politica, e que honre os militantes que a elegeram, esperando dela a representação do CDS/PP em Braga. Ao fim e ao cabo, o seu presidente foi preterido e derrotado na elaboração das listas de candidatos à vereação da câmara de Braga. Foi desautorizado ao ver a distrital nomear uma pessoa em vez de o apoiar. Perdeu a sua legitimidade. Vamos ver se perdeu a vergonha.