terça-feira, 4 de junho de 2013

Carta aberta ao Senhor Presidente da Câmara, eng. Mesquita Machado

















Capitulo II

Ainda na sequência da minha carta de ontem, senhor engenheiro, aqui ficam mais 2 fotos de valentes mamarrachos emissores de tiquetes de estacionamento, dos quais temos vindo a falar, eu e o senhor.
Estes dois, pasme-se ou não, pois V. Exa. não sabe o que é meter uma moeda num parcómetro em Braga, ficam debaixo da sua portentosa barba praticamente todos os dias. Já deve ter reconhecido o edifício ao fundo, com certeza, e provavelmente a janela do seu gabinete, de onde, aliás, emitiu o despacho da venda da concessão do estacionamento de superfície na cidade de Braga.
Estas duas maquinetas, pois existe uma outra do lado oposto da Praça do Município, como pode ver nos 2 bonecos que junto, são mais dois monstros totalmente inacessíveis a qualquer cidadão com mobilidade reduzida.
Na foto da esquerda, o visor e as instruções (1) está a mais de 1,80m do sol, a zona de introdução e recuperação de moedas (2) a mais de 1,50m do solo e está colocado em cima da zona ajardinada (3), mais de 30 cm desviados do passeio, onde por exemplo uma cadeira de rodas pararia para lhe aceder (gargalhada).
A segunda foto, demonstra bem do que estou a falar, para que não restem duvidas.
Como vê, ás vezes gerir uma câmara em função dos munícipes é tão fácil como ir à janela e olhar para as coisas com olhos de ver.
Com tantos amigos meus e que lêem o que ponho no meu mural, que são eles ao mesmo tempo amigos do engenheiro, seria engraçado ver a câmara de Braga dar o primeiro passo e ouvir as partes envolvidas.

Sem outro assunto de momento, com uma imensa mágoa por ver o meu município tratar desta forma alguns dos seus cidadãos mais desprotegidos, subscrevo-me atenciosamente,
Paulo Novais, cidadão bracarense.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Carta aberta ao Senhor Presidente da Câmara, eng. Mesquita Machado





















Desde que V. Exa. vendeu, por um período determinado de tempo, a exploração do estacionamento de superfície na cidade de Braga, que a empresa concessionária passou a multar os cidadãos com mobilidade reduzida, se estes estacionarem as suas viaturas em lugares específicos para deficientes existentes nos locais concessionados, se estes cidadãos não colocarem moeda como qualquer outro comum cidadão.
O problema, senhor engenheiro, é que estes cidadãos, por força das circunstâncias que com toda a certeza dispensariam, não são cidadãos comuns. São pessoas com problemas graves de mobilidade e, os quais a lei protege. Excepto na cidade de Braga. Onde tudo se vende, até a decência.
As fotos que ilustram esta carta aberta, a primeira de muitas, pode ter a certeza, demonstram bem a falta de vergonha que paira neste executivo camarário.
O posto emissor de tiquetes de estacionamento que pode ver nas fotos, situa-se em frente a um dos mais movimentados centros de saúde de Braga, na rua do Alcaide, em frente ao qual existem 2 lugares para deficientes e, a referida maquineta de fazer dinheiro do outro lado da rua.
Como pode ver, claramente visto, este posto emissor viola toda a legislação existente que regulamenta a instalação de equipamentos, nomeadamente o decreto lei 163/2006 de 8 de Agosto, cuja leitura longa aconselho a V. Exa. e aos funcionários da câmara responsáveis por certificar a utilização destes equipamentos urbanos em Braga.
Na foto da esquerda, é visível que o visor e instruções de utilização estão colocados a mais de 1,70m de altura, quando a lei estipula um máximo de 1,40m. Já o ponto 2 desta foto, mostra a zona de inserção e recuperação de moedas, essa a cerca de 1,50m do solo.
Claro que a cereja em cima do bolo é o ponto 3 da foto, que é a distância existente disponível para o acesso de pessoas, ele já reduzido para o comum cidadão, não dispondo de mais de 1 m2 sendo que a distância às viaturas estacionadas (correctamente e todas com tiquete no vidro) é de 30 a 40 cm.
Pelo exposto, e por todas as outras que já tenho reunidas, informo V. Exa., que na qualidade de cidadão com mobilidade reduzida e devidamente certificado pelo IMTT, não pagarei qualquer estacionamento em Braga em que os postos de emissão de tiquetes não cumpram a legislação em vigor no território nacional.
Se eu tenho que cumprir a lei, pagando o meu estacionamento, como alegou já a CMB, antes disso, tem V. Exa. e a câmara que dirige de o fazer. Obrigando a que todos os equipamentos urbanos da cidade cumpram a legislação em vigor.
Mais informo, que preparo um dossier com diversos casos na cidade, iguais e piores, que pretendo expor pessoalmente a V. Exa. esperando que o bom senso prevaleça e a CMB ordene que o estacionamento legal em lugares de deficientes não tem que ser pago. Ou, em ultimo recurso, ponderarei apresentar uma queixa contra a CMB nos locais competentes para o efeito.

Sem outro assunto de momento, com uma imensa mágoa por ver o meu município tratar desta forma alguns dos seus cidadãos mais desprotegidos, subscrevo-me atenciosamente,

Paulo Novais, cidadão bracarense.

sábado, 25 de maio de 2013

Esta gente não tem vergonha. Nem nome?

Ricardo Rio, por mim também estás perdoado. Por votares contra semelhante anormalidade. Quem se segue nas lista das estátuas em Braga. Mesquita Machado? Ou António Salvador?
Por mim era o Migaitas.
In Correio do Minho

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Qual será?...


Desde o primeiro momento em que tomei conhecimento da novidade que me interrogo: 

Será que o presidente da actual concelhia do CDS- Braga é inábil, inapto, inerte, e outros "ins" que tais, que Altino Bessa - o redentor, abdicará(?) do seu assento no Palácio de São Bento para socorrer o seu tutelado e remediar o erro de casting cometido? Ou será que o presidente da actual concelhia do CDS- Braga é inábil, inapto, inerte, e igualmente outros "ins" que tais, que se deixou vergar por Altino Bessa - o estratega, o outrora alegado menino bonito das terras de Basto que agora age excomungando os seus conterrâneos celoricenses, e temendo o crivo do povo nas próximas legislativas e antevendo um potencial resultado da coligação em Braga tenta aconchegar-se por aqui? Qual será?... Qual será?...

Pode ainda existir outro terceiro "será"... A existir, ainda não sei qual será. Mas estou receptivo a eventuais explicações.  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Terrenos para a pousada da juventude eram de filha de Mesquita Machado até há 7 dias atrás

Abram os olhos de uma vez. 

1 - Se não chegaram as polémicas com o edifício da Fábrica Confiança, e as suspeitas de uma proximidade demasiado comprometedora, entre o rosto da empresa Urbinews, proprietária do espaço e o genro de Mesquita Machado, depois de esta empresa ter comprado o edifício da Fábrica Confiança por 1,9 milhões de euros e ter vendido posteriormente à câmara de Braga por 3,5 milhões de euros;

2 - A polémica da concessão por cerca de 4 milhões de euros à empresa ESSE (do amigo Salvador) da gestão do estacionamento de superfície de Braga com 1172 estabelecidos à data do negócio e, um par de meses depois aumentar em 27 ruas a abrangência do negócio, sendo que podem até chegar a mais 100 ruas e tudo sem aumentar o preço da concessão inicial;

3 - Surge agora mais esta. Os prédios que a Câmara de Braga pretende expropriar para construir a nova Pousada de Juventude da cidade pertenceram à filha do presidente da autarquia, Mesquita Machado, até à semana passada
Os imóveis foram vendidos a uma imobiliária da cidade e, quatro dias depois, foi iniciado o processo de aquisição dos terrenos situados junto ao Convento das Convertidas, no centro da cidade. Os documentos da 1.ª Conservatória do Registo Predial são claros, dando conta da transmissão da propriedade dos dois imóveis para a empresa Urbimodarte no dia 30 de Abril (terça-feira da semana passada). 
Os prédios tinham sido comprados, em 2010, pela filha de Mesquita Machado e pelo marido, e está hipotecado, como garantia por um crédito concedido ao casal em 2011, com um montante máximo assegurado de 2,7 milhões de euros. Segundo os registos da Conservatória de Braga, os edifícios continuam hipotecados. Caso avance o pedido de expropriação dos mesmos, a hipoteca será o primeiro elemento a ser liquidado pelo dinheiro público envolvido no negócio.
Quatro dias após a venda dos prédios pela filha e o genro de Mesquita Machado, a autarquia deu início do processo de expropriação dos mesmos, num processo declarado “urgente” e em que é evocado o “interesse público” da sua localização. O documento será votado na reunião do executivo municipal desta quinta-feira.

Um "suponhamos": 
com jeito, podemos até supor que a empresa Urbimodarte, a quem foram vendidos os edifícios, tem também ela ligações ao clã Mesquita Machado. E reafirmo, suponhamos...

A taxa de IMI, em tempos de tanta crise e quando o país está de rastos, que muitas famílias mal podem suportar, não baixa a câmara. 

Haja vergonha, meus senhores. Andam a brincar com o dinheiro dos nossos impostos.

domingo, 28 de abril de 2013

Autárquicas dividem CDS/PP em Braga

As eleições autárquicas, ou talvez o que lhe está subjacente, tiveram como primeira consequência a divisão interna do CDS/PP em Braga.
Nomeadamente, o chumbo da indigitação do actual presidente da concelhia de Braga, para número dois da lista da coligação Juntos Por Braga. Bem como de qualquer pessoa da actual concelhia. Excepto o presidente da JP, que faz parte da concelhia por inerência do cargo. Mas que na sua eleição não teve o apoio da concelhia do CDS/PP ou do seu presidente.

Nos nomes indigitados para as próximas eleições autárquicas, desaparece o do actual vereador do CDS/PP, Manuel Mexia Rocha, não consta nenhum membro da concelhia e, surpresa das surpresas, o número dois da lista de vereadores da coligação, e o primeiro nome do CDS/PP indigitado por acordo com o restantes partidos, é uma pessoa que não é de Braga, não vive em Braga nem trabalha em Braga.
Ou seja, o melhor que o CDS/PP de Braga conseguiu para representar os seus militantes e os bracarenses eleitores do CDS/PP, foi uma pessoa que não é de Braga. Nem nunca foi a votos na concelhia de Braga.

Não se trata de julgar a pessoa em questão, as suas capacidades politicas e/ou profissionais. Apesar do nome indigitado ser actualmente deputado do CDS/PP pelo distrito de Braga e der ser o actual presidente da distrital de Braga do CDS/PP.

As eleições autárquicas são por definição eleições locais. E por muito que os partidos se esforcem por ter nomes sonantes a representar os principias círculos eleitorais do país, muitas vezes, também eles outsiders, isso não faz do facto uma normalidade. Neste caso, no de Braga, o CDS/PP indigita, segundo o acordo tri-partido, o número dois, o número seis e número nove da lista da coligação Juntos por Braga. Para cumprir as quotas de representantes femininos, o CDS/PP nomeia dois homens e uma mulher, ou seja, segundo é um homem, o sexto uma mulher e o nono outro homem.

Como militante do CDS/PP e como eleitor em Braga, não me revejo de todo na representação do meu partido nas listas da coligação Juntos por Braga, o que me causa desde já uma incompatibilidade, entre o desejo de ver a coligação gerir os destinos de Braga e o meu voto no CDS/PP.
Espero ser o único, para bem de Braga. Sei que não passo de uma opinião, de um voto. Mas por um voto se ganha e por um voto se perde.

Esta é, provavelmente, a única vez nos próximos 12 anos, em que a coligação Juntos por Braga terá a oportunidade de conquistar a câmara de Braga.

Fico também a aguardar que a actual concelhia de Braga tire as suas conclusões desta trapalhada politica, e que honre os militantes que a elegeram, esperando dela a representação do CDS/PP em Braga. Ao fim e ao cabo, o seu presidente foi preterido e derrotado na elaboração das listas de candidatos à vereação da câmara de Braga. Foi desautorizado ao ver a distrital nomear uma pessoa em vez de o apoiar. Perdeu a sua legitimidade. Vamos ver se perdeu a vergonha.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Presidentes de todos os portugueses?







In Blasfémias
por JCD
Ramalho Eanes, no seu segundo mandato, patrocinou a criação de um partido político da oposição ao governo de Mário Soares, partido esse que mais tarde fez cair o primeiro governo de Cavaco Silva.
Mário Soares, assim que conseguiu a reeleição, transformou-se no líder da oposição ao governo de Cavaco Silva, ao lado do PS.
Jorge Sampaio demitiu um governo suportado por uma maioria parlamentar para entregar o poder a um governo do seu partido que acabaria por nos levar à bancarrota.
Que saudades dos anteriores presidentes de todos os portugueses.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Então é só o Relvas, é?

Professor diz em tribunal que Sócrates não fez licenciatura

O antigo responsável pelos cursos de Engenharia da Universidade Independente (UnI) afirmou ao tribunal que julga um dos processos-crime relacionados com esta instituição que José Sócrates «não é engenheiro», mas sim «supostamente licenciado» em Engenharia Civil.
E contou como o próprio ex-reitor, Luís Arouca, lhe confessou que todo esse processo passou-se nas suas costas.

As declarações são de Eurico Calado, professor fundador da UnI e durante vários anos director da respectiva Faculdade de Ciências e Tecnologia, sendo o responsável pela estruturação dos respectivos cursos e currículos. Foi também o último reitor da universidade, na sua fase final, antes de encerrar por ordem do Ministério do Ensino Superior, em Outubro de 2007.

No passado dia 20, Eurico Calado esteve a depor como testemunha no julgamento de um dos processos da UnI: o que tem como arguida a juíza Isabel Magalhães, ex-mulher de Rui Verde (antigo vice-reitor da universidade), acusada de falsificação e de branqueamento de capitais por, alegadamente, ter pactuado e beneficiado de parte dos 6,7 milhões de euros desviados pelo ex-marido.

Daqui

sábado, 6 de abril de 2013

Pela voz de um insuspeito.

em Causa Nossa
por Vital Moreira

A decisão do Tribunal Constitucional sobre o orçamento não cria somente um grande problema ao Governo (o que seria o menos), mas também ao País (o que é bem mais complicado).


Desiluda-se quem julga que ganhou com esta decisão do TC (designadamente os funcionários públicos e pensionistas que recuperaram um mês de rendimento). Os efeitos desta decisão sobre a incapacidade do País de atingir as metas de consolidação orçamental e de regresso ao mercado da dívida só vai agravar e prolongar a fase de austeridade (mais cortes de despesa, mais impostos durante mais tempo). Isto sem contar com a possibilidade de uma crise politica, cujos custos financeiros podemos deduzir pelo que sucedeu na Grécia há um ano.
No final, todos os portugueses, incluindo os que agora festejam a decisão do TC, terão perdido bem mais de um mês adicional de rendimento por ano.


O Tribunal foi do 8 ao 80 quanto aos efeitos das inconstitucionalidades que declarou. No ano passado, afastando-se da jurisprudência estabelecida, neutralizou os efeitos da declaração de inconstitucionalidade, mantendo as normas em vigor até ao fim da sua vigência. Desta vez, afastando-se de novo da jurisprudência estabelecida, mas agora no sentido contrário, declarou a inconstitucionalidade com efeitos retroativos, obrigando o Estado a repor o dinheiro já cobrado!

segunda-feira, 1 de abril de 2013


Cuidado aos mais incautos. Hoje é dia de José Sócrates.

quarta-feira, 27 de março de 2013

A Veneza portuguesa, com certeza!

É de mim, ou também acham estranho que o outro jornal da cidade nem ter tocado neste assunto. Não será a noticia grave o suficiente para merecer a atenção? Hummmm......





Diário do Minho

quinta-feira, 14 de março de 2013

Vergonha em Braga. Agora também se multam cidadãos deficientes.


Falando de coisas muito sérias. A minha cidade está a fazer-me coisas que eu nunca pensei possíveis. 
Desafio a tomar uma posição sobre o que vou aqui escrever, as 2 principais candidaturas à câmara de Braga em 2013:
Sou cidadão portador de necessidades motoras especiais. Tomei ontem conhecimento através da imprensa escrita, que a empresa concessionária em Braga do estacionamento de superfície (ESSE) multou uma cidadã portadora de deficiência (podem ver aqui a noticia) por estacionar num lugar reservado a deficientes numa zona de estacionamento pago, por não ter colocado o comprovativo de pagamento na sua viatura, apesar de ter o dístico que lhe permite fazê-lo. Alega a empresa ESSE, que o REGULAMENTO prevê que em lugares sem avença (avença= o deficiente compra o seu lugar e é colocada a matricula apenas para a sua viatura) todos os outros lugares são reservados a cidadãos com necessidades especiais, mas o deficiente terá que o pagar se estiver numa zona concessionada.
É uma vergonha. Um ultraje. Um cidadão com necessidades especiais não tem outra forma de viver, se não reduzindo ao mínimo tudo aquilo que a sua incapacidade o impede de fazer.
Isto é uma descriminação. O que a empresa ESSE está a fazer com a cumplicidade da Câmara de Braga é banir o centro da cidade aos deficientes. Quer aqueles que lá se deslocam por prazer, quer aos que o fazem em trabalho, como é o caso da cidadão autuada. 
E não conheço mais nenhuma cidade do país em que isto aconteça. Vou por esse país fora e nunca me deparei com semelhante coisa.
Definitivamente, também nós deficientes, fomos escorraçados da cidade. No nosso caso a gravidade é ainda maior. Eu não posso deixar o carro numa zona não paga a 1km do local onde pretendo ir, por exemplo ao meu oculista. O que vai acontecer é que vou passar a ir às zonas comerciais que também elas têm lugares para cidadãos com necessidades especiais e onde não se paga.
Pergunto o que me dizem a isto e o que pretendem fazer, Ricardo Rio e Vitor Sousa, enquanto candidatos à CMB em 2013. Atribuo ainda responsabilidades acrescidas a Vitor Sousa, enquanto vice-presidente do actual executivo camarário em exercício. 
Uma coisa posso prometer aos dois. Não me vou calar e estou disposto a levar este caso ao conhecimento nacional ou até onde for preciso.
Haja vergonha. Não somos deficientes por opção. Não temos outra escolha. E já temos tantos obstáculos e dificuldades na nossa vida, não precisamos que o executivo camarário seja conivente com mais esta.
Obrigado por permitirem este desabafo longo. 
E aguardo sinceramente que a minha esperança nos políticos locais não sai defraudada.


Paulo Novais

terça-feira, 12 de março de 2013

Doe do seu IRS para uma IPSS à sua escolha. Todos fazemos a diferença

Sensibilizar contribuintes para a importância de doarem uma parte do IRS a instituições
de solidariedade social é o objectivo do bracarense Paulo Alves, que partiu ontem a pé
até Lisboa. “Ajudar não custa mesmo nada”, apelou o bracarense.



Correio do Minho