quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Eu se tivesse sido deputado do PS na anterior legislatura, também precisava de um copito para esquecer.


A deputada do PS Glória Araújo foi detida por condução com taxa-crime de álcool numa operação stop em Lisboa, a 4 de Janeiro, dia em que celebrou o seu 37º aniversário.
Fez o teste do balão onde acusou uma taxa de 2,41 g/l e pode incorrer numa pena de 120 dias de multa a 1 ano de prisão e ficar sem carta por um período até três anos.
Já para não dizer que  segundo o Código da Estrada, é penalizada a taxa de álcool igual ou superior a 0,5 g/l (contraordenação grave); e 0,8 g/l (muito grave). Uma taxa igual ou superior a 1,20 g/l já é crime previsto no Código Penal.
Ou seja, esta deputada ficará obrigatoriamente com um registo criminal. E continuará a ser deputada da republica.

Correio da Manhã

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Gostava de ver os socialistas cá do burgo indignados com esta noticia. Só para serem coerentes e manterem alguma aparência.

Brisa paga fortuna a amigo de assessor de Sócrates


O mandatário de Artur Penedos à Câmara de Paredes, em 2009, recebeu da Brisa 500 mil euros por um terreno avaliado em 9600 euros. Pelo dobro da área a concessionária só pagou 35 mil euros a um vizinho.

Domingos Barros é o dono da Fibromade, empresa de madeiras de Paredes que viu a concessionária do Estado, Autoestradas Douro Litoral (AEDL), representada pela acionista Brisa, expropriar-lhe uma faixa de 953 metros quadrados do logradouro da sua fábrica para alargar o nó da A41 com a A4 (Porto-Amarante).

Como todos os proprietários, este ex-militante do PSD que passou a apoiar o PS, foi notificado da expropriação "urgente" em fevereiro de 2009. A proposta de aquisição amigável foi de 9600 euros, verba que incluía "a valorização de todas as benfeitorias e árvores existentes na parcela", segundo a carta da Brisa.

JN

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CEJ Braga apenas superou as expectativas daqueles que achavam que a CEJ devia ser uma festa de garagem de um grupo de amigos



Ricardo Rio
in RUM
2013-01-03


Um “fracasso” feito por um conjunto de “meninos mimados” da juventude socialista. Foi esta a forma encontrada por Ricardo Rio para adjectivar Braga 2012: Capital Europeia da Juventude.

O líder da Coligação Juntos por Braga foi duro nas palavras na hora do balanço provisório da CEJ, uma vez que o definitivo apenas poderá ser feito daqui a um ano, quando se perceber o real impacto do evento para a cidade.

Ricardo Rio diz que Braga 2012 apenas superou as expectativas daqueles que achavam que a CEJ devia ser uma festa de garagem de um grupo de amigos.

“Devo dizer que a minha expectativa não era de que a Capital Europeia da Juventude fosse uma realização de um grupo de amigos que resolve fazer umas festas de garagem e juntar os colegas para fazer uma coisa divertida. Se fosse essa a minha expectativa, eu diria que a CEJ teria superado as minhas expetativas. De facto, o grupo de amigos que se juntou e de correligionários partidários que se juntou à volta da organização da CEJ conseguiu superar esse limiar, mas superou esse limiar de uma forma verdadeiramente atabalhoada”.

Ricardo Rio diz mesmo que a Fundação Bracara Augusta, que assumiu a Capital Europeia da Juventude não estava preparada para realizar o evento.

“Superou de uma forma atabalhoada porque como nós enfatizamos desde a primeira hora, o PS de Braga e a JS de Braga, que tomou de assalto a coordenação da CEJ, recebeu nas mãos um presente para o qual, aparentemente não estava preparada. Recebeu uma proposta de realização de um evento de dimensão europeia, recebeu um conjunto de propostas de iniciativas que poderiam ser concretizadas durante este ano, recebeu um conjunto de sugestões de investimentos que deveriam ser concretizados também durante este ano, e a partir daí fechou-se sobre si própria”.

O líder da Coligação Juntos por Braga atirou que o programa da CEJ não tinha um fio estratégico condutor e que os jovens portugueses não se aperceberam da existência da Capital Europeia da Juventude.

“Nós podemos reconhecer que o site era muito atrativo, que o Facebook tinha muitas visitas, mas para quem sai das fronteiras de Braga nós ficamos a perceber que a Capital Europeia da Juventude passou completamente à margem da juventude portuguesa. Nem sequer os jovens nacionais tiveram consciência, na sua maioria, de que Braga era a cidade que acolhia este evento durante o ano 2012”.

Críticas de Ricardo Rio, apontando como desastrosa a forma como decorreu a Capital Europeia da Juventude, durante este ano na cidade de Braga. Uma Capital que, segundo o líder da Coligação Juntos por Braga, ficou por cumprir.

Mesquita Machado, o presidente da autarquia não perdeu tempo a responder à oposição. “Eu penso que num ano com fortes restrições financeiras, em termos globais, sem entrar em pormenores foi um evento com grande sucesso, embora haja sempre aquelas más linguas que gostam sempre de dizer mal de tudo e de todos e por melhor que fosse o programa estariam sempre a dizer mal. Já sabemos que há sempre as chamadas ‘carpideiras político-partidárias’ que gostam sempre de dizer mal mesmo quando as coisas são positivas”. Mesquita Machado a rebater as críticas feitas por Ricardo Rio à CEJ.

Ainda assim, o presidente da Câmara escusou-se a fazer um balanço do evento, até porque o mesmo será feito nos próximos dias por Hugo Pires, presidente da Fundação Bracara Augusta.

RUM

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Défice - um resultado brilhante



Passar o défice orçamental de 10 para 5,6% (5%, após decisão sobre a ANA) em ano e meio, em clima de paz social, é brilhante.
É pura e simplesmente brilhante. É brilhante e honra um povo, é brilhante e honra um governo.
Os miseráveis travestidos de jornalistas que rabiam e acham que não ou são cegos ou são estúpidos. E merecem cada vez menos público do pouco público que já têm.

José Mendonça da Cruz
In Corta-fitas

O partido "assim não" mas estamos prontos para governar.

«O PS vai ficar conhecido como o partido do "assim não": austeridade, sim, mas assim não; acordo de entendimento sim, mas assim não... Ora nós gostávamos de ter o partido socialista na oposição... mas assim não».

Bernardino Spoares
In AR 27/12/2012


terça-feira, 20 de novembro de 2012

¿Por qué no te callas?


Soares diz que o Executivo “anda pelas ruas da amargura” e que se devia demitir.
Quantas vezes pediu este senhor ao anterior governo socialista, que elevou a divida publica de 60% do PIB para 110%, para se demitir?

Alguém que o cale, ou pelo menos que lhe diga o quão ridículo é querer aparecer a qualquer custo.

Económico

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Resumindo e concluindo


Hoje foi dia de greve do geral dos comunistas. Jerónimo e Arménio hão-de ter esperado que essa fosse a notícia de abertura dos telejornais, com muitos números sobre se os transportes públicos conseguiram ou não impedir o resto do país de trabalhar.

Mas não. Em vez da greve do geral dos comunistas o tema principal dos telejornais foram as agressões de umas dezenas de manifestantes a polícias, e a carga da Polícia, feita após aviso, e após aguentar pacientemente 1 hora de agressões, pedradas, petardos e insultos.

Parabéns, agitadores internacionais em trânsito, marginais, trogloditas e idiotas úteis dos blocos desta vida. Sendo poucos, destruíram as boas intenções do PCP. Foram duas cajadadas: agora, toda a gente ficou a saber que um dia de greve do geral dos comunistas significa a) caixotes incendiados, montras partidas, pedradas, porcaria e mau cheiro; b) agressões contra a Polícia, seguidas de justo correctivo.

Corta-fitas

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Dia 14 de Novembro, eu trabalho!


Uma grande mulher que ousou dizer o "proibido".


in Expresso
Henrique Monteiro


A presidente do Banco Alimentar deu umas opiniões, anteontem à noite, na SIC Notícias. Ontem, durante todo o dia, foi simbolicamente queimada na fogueira das redes sociais; hoje segue o auto-de-fé em alguns jornais. Salvo algumas boas almas (de esquerda e de direita) que a tentaram compreender, o veredicto foi unânime: ela disse o que não se pode dizer.

Na sociedade atual, como no tempo da Inquisição, todos temos de andar com um credo na boca. Tal como o credo católico, também este se baseia em crenças e não em factos!

E o que disse Isabel Jonet? Enfim, disse o que pensa e isso hoje pode ser quase um crime.

Tanto bastou para os arautos do politicamente correto se porem em ação. Uns escreveram que não dão nem mais um quilo de arroz enquanto ela for presidente do Banco Alimentar; outros exigiram a sua demissão (da instituição privada que ela dirige há anos); uma série deles acusou-a de insultar os pobres (embora os próprios não sejam pobres sabem quando os pobres se sentem insultados) e um movimento ameaça-a de não sei o quê.

A obra de Isabel Jonet fala por si. Mas há uma certa categoria de gente para quem o importante são palavras. Para quem os pobres não são pessoas reais, com qualidades e defeitos, mas categorias político-filosóficas abstratas. Claro que nenhum daqueles que critica violentamente Isabel Jonet terá feito um centésimo do que ela fez no combate à pobreza e à fome em concreto. Mas a pessoas assim não interessam obras nem atos concretos. Apenas ideias e palavras.

E vivem iludidos com palavras a vida toda.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Chapéus há muitos...


O 'Memorando' contado ao Povo e lembrado ao Tozé

No fim de 2010, o último ano da governação de José Sócrates, o Partido Socialista legou aos Portugueses uma dívida pública de 173 mil milhões de euros, sendo que, só nesse ano, o défice público atingia 17 mil milhões de euros (défice ainda superado no ano anterior), mais do dobro dos 7,5 milhões do final de 2011, o que significa que, desde que o PS levou guia de marcha, o Estado alcançou já uma redução da despesa na ordem dos 10 mil milhões de euros.
Mas como António José Seguro gosta de se aproveitar da memória curta das pessoas, fazendo-lhes enganosamente crer que a austeridade é uma paixão do actual Governo e não uma consequência do Memorando de Entendimento que o seu Sócrates assinou há, apenas, ano e meio, vale bem a pena lembrar alguns compromissos que se encontram vertidos na versão original daquele documento, a bem da transparência e da verdade na política, para já não dizer da própria decência pública.
Assim, para além de todas as medidas de austeridade previstas para 2011 e 2012, só no que respeita à política orçamental de 2013, o PS assumiu, logo em Maio de 2011, compromisso de atingir “um défice das Administrações Públicas não superior a 5.224 milhões de euros em 2013.”
Para tanto, o PS comprometeu-se a reduzir no próximo ano as despesas, designadamente nas áreas de “funcionamento da administração central: 500 milhões de euros”; de “racionalização do sector da educação e da rede de escolas: 175 milhões de euros”; de alcançar um “decréscimo de 1% por ano no número de trabalhadores da administração central e de 2% no número de trabalhadores das administrações local e regional”; dos “sistemas de saúde para trabalhadores em funções públicas: 100 milhões de euros”; do “sector da saúde: 375 milhões de euros”, de “transferências para administrações local e regional: 175 milhões de euros”; de “custos com Serviços e Fundos Autónomos e com o Sector Empresarial do Estado: 175 milhões de euros”; de “despesas de capital: 350 milhões de euros”, tendo-se ainda obrigado a “obter uma redução nas despesas sociais de, pelo menos, 350 milhões de euros.”
Isto é capaz de cheirar a austeridade...
Do lado da receita, José Sócrates comprometeu os governos seguintes com a obtenção de “receitas adicionais”, através do “alargamento da base tributável em sede de IRC e redução de benefícios e de deduções fiscais: 150 milhões de euros”; da “redução de benefícios e deduções fiscais em sede de IRS: 175 milhões de euros”; do “englobamento de rendimentos, incluindo prestações sociais para efeitos de tributação em sede de IRS e convergência de deduções em sede de IRS no que se refere a pensões e rendimentos de trabalho dependente: 150 milhões de euros”; de “impostos especiais sobre o consumo: 150 milhões de euros”; e ainda de “actualizar o valor patrimonial matricial dos imóveis para efeitos de tributação, com o fim de aumentar a receita em, pelo menos, 150 milhões de euros em 2013.”
Isto também é capaz de significar austeridade...
PS: certa vez, ainda nos tempos de José Sócrates, um socialista, opositor interno ao então 'chefe máximo', disse-me que eu tinha de perceber que os dirigentes do PS não eram “gente séria”. Sinto vómitos só de pensar em quem mo disse.

Corta-Fitas

domingo, 4 de novembro de 2012

Cúmplice? Cúmplice de quem? CULPADO, isso sim!

PS não será cúmplice de um "Estado low cost"


Depois de colocar o país na ruína, o secretário-geral do PS, António José Seguro, avisou hoje o primeiro-ministro que o seu partido não será cúmplice na criação de um Estado low cost para os portugueses.
Deixa-me rir...

Expresso