quarta-feira, 4 de julho de 2012


Governo francês anuncia aumento de impostos depois de prometer nunca o fazer

O Governo francês anunciou hoje um aumento de impostos “concentrado em 2012 e 2013”, que deverá permitir ao Estado arrecadar mais de 13 mil milhões de euros, e revelou ainda que congelará 1,5 mil milhões de euros de despesas.

Conheço uns quantos "socialistas" cá no burgo que vão engolir muitos sapos.


Isto é só o principio.... para quem prometeu nunca aumentar os impostos.

Uns não têm a sorte de outros ao ver as investigações "abafadas"


Se aqui foi assim «... Um dos motivos invocados pelo Ministério Público para não ser possível estabelecer o nexo de causalidade entre o enriquecimento e qualquer facto ilícito é a falta de colaboração de outras entidades. A Inspecção-Geral de Finanças afirmou que não tinha meios para analisar a informação recolhida relativamente ao presidente da Câmara de Braga, enquanto a Inspecção-Geral da Administração do Território recusou a colaboração por não ter competência para investigar ilícitos criminais...» já no caso de Macário Correio as investigações foram a até ao fim e a «...sentença do Supremo Tribunal Administrativo (STA), condenou a perda de mandato, por violação dos regulamentos de urbanismo e ordenamento do território enquanto presidente da câmara de Tavira...».
Aqui não faltaram meios para o ministério publico, ir inclusive, até ao supremo tribunal.

Como aliás deve ser. Quem deve julgar, culpado ou inocente, devem ser os tribunais. Mas MM preferiu, talvez, jogar pelo seguro e não arriscar a que os tribunais tivessem acesso ás provas, ou mesmo, à falta delas. Nunca saberemos. O que diz tudo.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

¿Por qué no te callas?

1986 - Soares é fixe, o Freitas que se lixe!
2012 - Soares é fixe, a Troika que se lixe!


Fonte: algures online

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vitória por contágio

Ou é de mim ou os socialistas portugueses festejaram a vitória do Holland mais do que os próprios socialistas franceses. Isso é que são saudades.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Mesquita Machado concessiona ética e moral


por Francisco Peres Filipe Mota

Na passada sexta-feira, decorreu a Assembleia Municipal de Braga, onde mais uma vez o grupo municipal do CSD-PP demonstrou claras divergências políticas com o Partido Socialista. Para nós, é fundamental que os agentes políticos tenham, mais do que nunca, um sentido de solidariedade geracional nas políticas a adoptar, não podendo estar, constantemente, a hipotecar o nosso futuro, como se depois deles não houvesse mais nada. Este foi um dos argumentos políticos que afastou os jovens centristas da posição assumida pelo executivo socialista relativamente à concessão dos parquímetros.

Penso que será claro que o intuito desta posição por parte do Eng.º Mesquita Machado será única e exclusivamente para o amealhar de dinheiros que sustentem as obras megalómanas e eleitoralistas para 2013, significando isto que com o adiantar de cerca de 3milhões € estará a comprometer as gerações vindouras e a própria sustentabilidade dos recursos públicos da autarquia.

A defesa, através de uma intervenção política vigorosa relativamente a esta matéria fez com que o PS demonstrasse desespero nas contra-respostas ao CDS-PP. Pois será claro para qualquer bracarense que, rapidamente, a bancada socialista se esvaziou de um raciocínio claro e objectivo passando para a incoerência do discurso, bem como para o apontar de baterias em todas as áreas de intervenção da CMB, nomeadamente para as questões sociais.

Como Marcelino Pires, líder da bancada do PS, não estava a dar conta do recado, Mesquita Machado, presidente da Câmara Municipal de Braga, parte em seu auxílio, respondendo ao jovem autarca do CDS-PP de uma forma incomodada, ultrapassando os limites da discussão política.

Com efeito, no final da sua intervenção, o Eng.º Mesquita Machado referiu que o deputado municipal do CDS-PP, por experiência própria era conhecedor dos apoios prestados pela empresa municipal Bragahabit. Esta afirmação evidencia que o Eng.º Mesquita Machado, na falta de argumentos políticos, não hesita em recorrer ao ataque pessoal, colocando a nu a vida privada e as suas vicissitudes como arma de arremesso político.

Do ponto de vista ético e moral, o Eng.º Mesquita Machado ultrapassou todas as barreiras, demonstrando não ter qualquer pejo em usar e abusar do cargo que detém há mais de 36 anos, obtendo junto da Bragahabit, informações para o uso político, configurando assim um comportamento, de todo, inaceitável. Pois, na verdade, os beneficiários de ajudas socioeconómicas não são de acesso público e geral, constituindo uma informação de sigilo para os intervenientes.

O ainda líder do PS em Braga, demonstrou ainda descriminação sobre todos aqueles que são beneficiários de ajuda por parte do município, ou seja, com um ar petulante dirigiu-se a estes como sendo uma desonestidade, usufruir de um apoio que procura ser positivo na forma e no conteúdo.
Com isto quero dizer que, nada nem ninguém poderá impedir estas pessoas de subirem a pulso na vida através do mérito, da responsabilidade e da competência.

Mesquita Machado age, hoje, de uma forma ditatorial como sendo detentor da vida pública em Braga, senão vejamos, que nenhum órgão de comunicação social bracarense fez notícia deste comportamento reprovável do presidente da Câmara Municipal de Braga, passando ao de leve como se nada se tivesse passado.
Em suma, os bracarenses poderão ficar a saber que nada nem ninguém, muito menos Mesquita Machado, irá demover o CDS-PP de opinar e de apresentar alternativas na gestão do município

in Correio do Minho de 24 de Abril

segunda-feira, 23 de abril de 2012

COMUNICADO

A Rua do Souto comunica o seguinte:

1- Não estará presente nas comemorações oficiais do 25 de Abril.


2 - Porque irá para a praia (nem que chova).

Recomendamos ainda a leitura de:

A democracia tem limites, pá!

Blasfémias

Se já está estão servidos... pronto!

Era uma vez em Portugal

Este fim-de-semana Carlos e Patrícia quiseram levar o seu filho, Sérgio de 13 anos e deficiente profundo que para além de um atraso mental, não anda e não fala, a passear.
Mas o passeio tornou-se num pesadelo de 3 horas. Chegados ao outlet de Vila do Conde, dos 10 lugares disponíveis para deficiente e próximos da entrada do edifício,  não havia nenhum disponível e o parque estava cheio. Dos lugares ocupados, apenas 2 tinham o dístico (obrigatório por lei) que permite às viaturas portadoras aparcarem nesses lugares.
Carlos foi primeiro ao balcão de informação da superfície comercial, onde pretendia que anunciassem aos altifalantes o pedido de remoção das viaturas ilegalmente estacionadas, mas foi informado que nada podiam fazer pois o parque é publico. Chamou então a GNR.
Quase 1 hora depois, um dos "anormais" que ocupava um lugar saiu e permitiu que Carlos estacionasse então a viatura que transportava o filho. A GNR chegou ao local nessa mesma altura e como verificaram que a viatura de Carlos já estava estacionada disseram: "Se já está estão servidos... pronto!"
E retiraram-se do local sem multar os restantes infractores.
Aos protestos do país de Sérgio pela inoperância perante tantas violações à lei, responderam que teriam que ir ao posto apresentar queixa.

Para terminar e apesar de não ser relevante para a noticia, gostava de salientar que as deficiências de que Sérgio é portador são consequência de negligência médica do Hospital Maria Pia.

Jornal de Noticias

Aí está uma noticia que os esmerados socialistas não realçam.

Juros de Portugal caem a pique há cinco dias

 Os investidores estão de novo a comprar obrigações do Tesouro e a retirar pressão vendedora sobre os títulos de dívida nacional.

Há muito tempo que as obrigações do Tesouro não vivam dias assim. Sobretudo numa altura em que tanto as obrigações do Tesouro espanhol, italiano e grego continuam a ser despejadas no mercado pelos investidores, atirando a ‘yield' dos títulos para novos máximo.

Além disso, também não deixa de ser relevante os investidores estarem de novo a comprar obrigações do Tesouro de Portugal dias depois da Morgan Stanley, um dos maiores operadores do mercado de dívida, ter tonado público que detém uma posição curta de 100 milhões de euros sobre a dívida nacional e que não rejeita a necessidade de Portugal pedir um segundo pacote de ajuda em Setembro e venha a reestruturar a sua dívida.

Económico