quarta-feira, 4 de abril de 2012

Carro onde seguia Mário Soares apanhado a 199 km/hora e nós é que vamos pagar a multa

Vale a pena perceber o que pensa da crise em Portugal, um dos que é considerado um exemplo para a democracia.
Se o que se pode ler em baixo fosse protagonizado por qualquer outro politico, digamos, Cavaco Silva, fazia-se já uma petição para exigir que ele passasse a andar de eléctrico.
Não se esqueçam que este senhor ainda ontem veio a publico dizer que a actual classe de políticos é fraca.
Como vai a merda deste país!


Segundo fonte da GNR ao jornal, Mário Soares reagiu mal e chegou a afirmar que «o Estado é que vai pagar a multa».
O carro, um Mercedes-Benz S350 4 Matic, é propriedade da Direcção-Geral do Tesouro e das Finanças e seguia no sentido sul-norte quando foi mandado parar numa estação de serviço. Os guardas garantiram ao CM que o histórico socialista foi «bastante mal-educado».
 In Sol

terça-feira, 27 de março de 2012

Olha que pena!!!!

Árbitros ameaçam parar na jornada 26 da Liga
É desta que temos árbitros estrangeiros?

Jornal Record

Parque Escolar - um roubo aos portugueses


por Francisco Peres Filipe Mota

Nos últimos tempos Portugal e as famílias portuguesas têm sido asfixiados diariamente por um tema: crise e crise e mais crise.

O abismo a que nos trouxe o partido socialista, faz com que os agentes políticos de hoje sejam os mais corajosos na maneira como agarraram a causa nacional, assumindo os destinos do país de uma forma suprapartidária e com uma capacidade de olhar, olhos nos olhos os portugueses, sem rodeios e sem botox.

Contudo nestes últimos dias constatamos que afinal de contas a maior crise que Portugal atravessa, não é uma crise económica ou financeira, mas sim uma crise de valores e de prioridades.

É arrepiante a forma delével como o PS aborda a questão do Parque Escolar, aquilo que foi um roubo aos contribuintes portugueses. Foi uma bandeira do governo socratista, e não pondo em questão a importância da modernização da rede escolar, teve um desvaneio completo do seu governo.

Hoje temos boas estruturas educativas, mas seria necessário ou estratégico para uma melhor qualidade no ensino que as escolas fossem revestidas de material caríssimo? De que forma é que troneiras de porcelana nos WC, contribuí para a excelência dos nossos alunos? Ou então pedras vindas do Brasil para colocarem no exterior das escolas? O desvaneio foi tanto que importamos material em que existiam empresas de ponta em Portugal que produziam esse mesmo material.

Não podemos conceber que num momento em que o país e as famílias já passavam por grandes dificuldades, o PS andasse a brincar com os dinheiros públicos e que agora tente sacudir a água do capote. É inaceitável que o Tribunal de Contas tenha detectado despesas e pagamentos ilegais na ordem dos 270 e 250 milhões de euros, para além de confirmar uma derrapagem de 444% no custo das intervenções. Não podemos permitir que quem saqueou os portugueses saia impune desta situação, o actual governo deve e tem que procurar responsabilizar os responsáveis por esta gestão danosa do bem público.

Mais uma vez deparamo-nos que as manias megalómanas dos socialistas resultaram numa factura demasiado cara para todos nós pagarmos. Temos a obrigação de desmantelar a ideia de que são bons políticos aqueles que fazem grandes obras, pois se endividarmos o estado, que por sinal somos todos nós, para a concretização dos mega projectos, ou seja gastarmos mais do que aquilo que temos, a factura no futuro quem a paga são os portugueses, as famílias, as empresas, no fundo cada um de nós que assim fica refém de um empréstimo que em nada contribuiu para o adquirir.

Infelizmente, estamos inseridos numa sociedade que apenas aprende com os erros, esperamos que este seja um exemplo daquilo que não deve ser feito quando se assume os destinos cargos públicos. Por outro lada todo este processo deve ser investigado de uma forma transparente, de forma a esmiuçar ao máximo as razões que levaram ao caos na Parque Escolar.

in Correio do Minho

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Limite ao endividamento deve ser inscrito na Constituição


"É do interesse de Portugal e de Espanha que seja por uma via preferencialmente constitucional como diz o projecto do tratado" diz Paulo Portas.


"A regra de ouro não é uma regra nem de direita nem de esquerda, é uma regra de bom senso, que nos protege a todos de crises como estas que temos vivido".

Negócios Online

domingo, 22 de janeiro de 2012

Drago, a burguesinha


A deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago foi na passada segunda-feira a Guimarães num carro com motorista da Assembleia da República, a uma iniciativa do ‘Parlamento dos Jovens’.

A deslocação de Ana Drago indignou alguns deputados da Comissão de Educação, uma vez que não há verbas previstas para este género de despesas e todos têm pago as suas viagens. 

O presidente da Comissão de Educação, Ribeiro e Castro, diz não querer fazer comentários sobre o assunto em concreto, mas confirma que "as viagens para o ‘Parlamento dos Jovens' não têm neste momento cabimento orçamental".

Correio da Manhã

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Lei do Byte ou gamanço Socialista

O Partido Socialista pretende aprovar uma lei, chamada "lei da cópia", que impõe uma taxa de "direitos de autor" (para compensar eventuais cópias piratas, dizem) sobre o preço de todos os suportes de armazenamento e impressão digitais, tais como, discos de computador, telefones e smartphones, consolas de jogos, pens USB, CD's e DVD's, cartões de memória, impressoras, fotocopiadores, etc, etc.

Ou seja, para o PS, todos somos prevaricadores e todos "comemos" pela mesma medida. Até empresas, que necessitem destes equipamentos para o seu funcionamento, escolas, hospitais, enfim, tudo.

E claro, tem o reverso da medalha. Reverso esse que é: se já paguei um imposto adiantado, então posso copiar à vontade que já está coberto.

E depois temos a questão do comércio. Porque é que eu hei-de pagar mais 30/40 euros por um disco externo para o meu computador, quando o posso comprar no Ebay ou Amazon e não pagar imposto nenhum. Ou dar um saltinho ali à vizinha Espanha.
Quem se vai tramar será mais uma vez o comércio português.

Uma lei sem pés nem cabeça. Completamente. E que está a levantar uma onda de protesto enorme na sociedade e que se tem manifestado na Internet.

Esta lei não é mais do que um imposto encapotado que reverte a favor da Sociedade Portuguesa de Autores, que eu muito respeito, mas a quem digo: façam pela vida como todos nós.

Outros blogues que falam nisso, aqui, aqui, aqui...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Jornalismo de merda é:

E repor a verdade é dizer isto.


Isto escrito no Publico, por seu lado, é informação tendenciosa e enganadora, com o objectivo único de destabilizar e descredibilizar o actual governo. É desonestidade. Não tem outro nome.
Pena é, que pessoas ligadas ao partido socialista, de memória curta, venham agora, quais anjinhos, criticar o governo pelas nomeações efectuadas.
Para memória futura, a Rua do Souto é da opinião generalizada, de que a maioria dos cargos agora em causa não deveria ser sujeito a nomeações, mas devia ser por contrato publico, contrato esse por objectivos. Tirando umas poucas dezenas, todos estes cargos em questão, nada tem de políticos e nunca deveriam estar à disposição dos governos, para mais nada do que não seja satisfazer a "boyzada" toda dos seus partidos. Sejam ele quais forem, da direita à estrema esquerda do Bloco de Esquerda.
Daqui, Corta-fitas

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Novidades Rua do Souto

O blogue nasceu está a fazer anos, três para ser mais preciso; e como todo o que cresce, também amadurece.
Ao crescer perdemos dentes, ganhamos "pintelhos", deixamos os Legos, volta-mos-nos para a Playboy, esquecemos a Branca de Neve, mas tomamos consciência, de que também nós fazemos parte de uma história que é escrita todos os dias.
E que todos somos personagens, ás vezes simples figurantes, desta mesma história. Pois acontece também aqui na rua. Alguns dentes vão caindo, muitos pintelhos vão crescendo.

A rua pretende neste novo ano que se avizinha, promover algumas mudanças. E nessa sequência perdeu alguns dos seus colaboradores e está a efectuar novas aquisições. Vamos virar-nos também para a juventude. Porque afinal também eles estão a iniciar a sua participação nesta história de todos nós, que é a história de vida.

A Rua do Souto continuará a ser um blogue democrata, que dará ouvidos a todos; e a todos permite total liberdade de expressão. Mas assume aquilo que toda a gente sabe, somos um blogue de direita.

A Rua do Souto não aderiu ao acordo ortográfico. Não evitará que os seus autores o façam, mas somos portugueses e um facto é um facto. O fato veste-se, merda.

Este ano iniciará, com toda a certeza, mais uma batalha politica pela conquista da câmara municipal de Braga, já em 2013. E sem pretensiosismo, com o devido respeito, a Rua do Souto será um local que espelhará a ânsia de tantos milhares de bracarenses: a tão desejada mudança.

Já todos sabemos que desta vez haverá uma grande mudança; pelo menos à liderança do actual partido no poder. Que levará também, à mudança do candidato desse partido à liderança da câmara. Os candidatos já se conhecem: António Braga, que de Braga só tem o nome, e Vítor de Sousa ou Hugo Pires.
Sim, o Hugo Pires. Porque apesar da aliança para a concelhia do PS em Braga, que este promove com o actual vice-presidente da câmara como candidato a essa mesma concelhia, logo como provável candidato a candidato, cheira-nos, aqui na rua, que estamos tão perto do edifício camarário, que por lá o cozinhado pode ser outro. Podemos ter como prato de entrada, Vítor de Sousa à concelhia e, como prato principal, Hugo Pires a presidente da câmara.
Assim uma espécie de: coças-me a costas que eu coço-te as tuas.

Independentemente destas lutas internas do partido no poder camarário, a luta que nos toca a nós é muito maior e muito mais complicada. E complicada porque o PS está na câmara e com maioria. E nós, oposição, nada mais temos feito nestes últimos anos, do que vindo a ser um ligeiro incomodo à sua governação. O partido socialista continua na senda da sua gestão ruinosa para a cidade, quer no plano económico, pois Braga não possui nenhuma referência nesta área que catapulte a região para a importância e o peso que merecia e devia ter a nível nacional, até mesmo europeu; quer também com o velho problema do urbanismo e ordenamento territorial que transformou esta cidade num verdadeiro conjunto de guetos habitacionais, que não proporcionam nenhuma qualidade de vida às pessoas que neles vivem, e que neles investiram muitas vezes, o fruto de vidas de trabalho.

Está na hora de fazer mais; está na hora de fazer melhor. Já sabemos que a oposição ao candidato socialista à câmara, quer pela coligação ou pelo PSD sozinho, terá uma vez mais Ricardo Rio como rosto. Cabe-lhe desta vez o ónus de combater a candidatura do PS à câmara municipal, e não menos, também um novo candidato. Se será melhor? Estará o PS mais fragilizado assim? Sabemos que está divido neste momento pelo apoio aos já assumidos candidatos a candidatos, mas isso será história antiga, logo após as eleições para a concelhia. Por isso, o PS pode apresentar-se com toda a sua força e toda a experiência de uma vigência de mais de 35 anos de poder. E quando falamos de poder...
Estará talvez na altura de começar a limpar os fúsis.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Outro ponto de vista


Faltas ao trabalho foram equivalentes a 125 anos em 2010


Os funcionários de uma câmara municipal minhota faltaram em 2010 o equivalente a 125 anos de trabalho.

Segundo a CCDRN, a câmara de Guimarães lidera a região do Minho com 45666 dias de faltas, logo seguida da câmara de Braga com 41533 dias de falta. De salientar que juntas, somam quase 250 anos de faltas ao trabalho.
Em terceiro lugar ficou a câmara de Famalicão com 28320 dias de faltas, sendo que a nível individual se destacou a câmara de Valença com mais de 50 dias de faltas por cada um dos seus funcionários.

Noticias de Guimarães