quinta-feira, 24 de março de 2011
Comentário em "Le Figaro"
Malheureusement dû au taux d'abstention lors des votations, parce que le peuple portugais est fatigué de voter "pour rien". Alors ce n'est que la gauche et un peuple encore peu "politisé" qui vote pour un homme P.M. qui ne fait que leur mentir au sujet de la situation d'un pays qui vit depuis fort longtemps au dessus de leur moyens.
Où est la productivité? Exemple : à 09h30 du matin les routes d'accèes aux principales villes sont encore encombrés de personnes se rendant au travail. Demandez à M. J. Socrates ce qu'il a fait de l'argent des contribuables...Des autoroutes luxueuses et vides, pour remplir les poches de certains.
L'agriculture? Vive l'importation espagnole et autres? Pourquoi trouve-t-on dans les étales des pommes de La Nouvelle Zélande? Où sont les fruits portugais du continent et des îles? Ananas des Açores par exemple?
Une chose est sûre: Monsieur José Socrates a très bien structuré sa démission, on ayant préparé ce programme d'austérité en secret, tout en sachant qu'il ne passerai pas la rampe du Parlemet et on annonçant qu'il démissionnerait si le Programme n'était pas accépté. Monsieur José Socrates sait depuis octobre que sa cote de popularité est à 26%...alors pour ne pas perdre la face et en plus pouvoir garder son immunité (important vu le nombre de cas à ses trousse...) il trouve une porte de sortie bien large.
C'est un homme intelligent et rusé, mais un jour...l'effet boomrang peut lui arriver.
L'austérité est toujours pour les autres, cet homme a donné un très mauvais exemple au peuple, car l'austérité ne l'a jamais touché, ni lui, ni ses amis. Allez un peut voir ce qui se passe du côté de Freeport, Sucata (et autres finances) et aussi pourquoi la journaliste Moura Guedes a été évincée.
Le Portugal doit retrouver ses années de gloire, le peuple est honnête, travailleur, mais noyé par une classe dirigeante qui ne pense qu'à ses propres intérêts. Il faut une ANALYSE objective sur ce ex-P.M. et de ses actes. Il n'est pas le seul coupable mais le peuple a besoin de connaître la VERITE TOUTE LA VERITE.
Serrer la ceinture des salariés à € 450 et autres retraités à € 210 ? Non! Basta! De l'ordre svp. Je sais que même la Belgique n'a plus de Gouvernement et c'est de Bruxelles que les ordres partent? L'exemple doit toujours venir d'en haut.
Cette démission, qui est en fait le résultat d'une mauvaise gouvernance, doit faire réflechir les 27 pays de l'UE. Que tous les Gouvernements pensent au peuple et pas seulement à ses intérêts personnels. Que le peuple portugais retrousse ses manches pour se mettre au travail et suive l'exemple de leurs ancêtres qui ont bravé les océans inconnus et autres énormes obstacles.
Les PORTUGAIS sont capables. Courage et choisissez bien votre prochain PM.
Amicalement MCM Maria Matter
http://plus.lefigaro.fr/article/portugal-socrates-desavoue-laide-financiere-se-profile-20110323-428149/commentaires
Porreiro, pá!
"Apresentei agora mesmo a demissão do cargo de primeiro-ministro. Tenho consciência da seriedade desta decisão", começou José Sócrates. Antes disso, a presidência da República emitiu um comunicado em que informou que o primeiro-ministro pedira a demissão.
http://www.dn.pt/
E agora agite-se o fantasma...
Afinal, a ver as medidas que cada um dos PEC (I, II, II e o IV) foram implementando, não estão já muito longe do que o FMI poderá fazer mais.
A grande diferença, será o corte eficaz na despesa publica, especialmente nas ideias "megalómanas" do governo socialista, como o TGV, aeroporto de Alcochete e a 3ª travessia sobre o Tejo, já para não falar da irreversibilidade do BPN, para aí sim, tentar equilibrar as contas publicas e um juro mais baixo.
Eu tenho consciência que esta crise de governabilidade não é boa. E que terá consequências imediatas na economia e no preço do dinheiro que compramos num prazo imediato.
Mas também poderá ser que consigamos agora, passo a passo, apontar as nossas energias e enfrentar a crise "pelos cornos". Até aqui, fomos apenas segurando na cauda, e o que conseguimos foi pisar uma quanta "merda" que foi deixando ficar. Chega.
Com o actual governo do "Inginheiro" Sócrates, tenho uma certeza, com esse sim, íamos a algum lado, mas era ao "fundo".
É uma covardia e um engodo, dizer que tudo está a melhorar, dizer todas estas mentiras ao povo que está debaixo de uma pressão absoluta, no emprego, nas contas para pagar, na falta de comida à mesa, o carro que não sai da garagem e que se continua a pagar, os filhos que sofrem na qualidade dos estudos que se lhes pode proporcionar, mudar os pacotes de TV e Internet para o mínimo ou mesmo acabar com eles, os "miminhos" merecidos depois de uma semana de trabalho árduo do fim-se-semana com um ou outro jantar fora, uma peça de roupa desejada que fica por isso mesmo, a consulta de rotina dos dentista e oculista que adiamos até um dia destes, enfim, noites e noites com um descanso duvidoso.
Um país que tem que ir todos os meses endividar-se a juros astronómicos para pagar ordenados e sustentar empresas publicas, para prolongar compromissos de divida anterior que negociaram com juros 50% mais baixos, anda a assustar as pessoas com o "papão" do FMI. Que venha e rápido. Pois não confio em ninguém em Portugal para fazer um trabalho isento e eficaz, que permita não continuar sempre os mesmos a apertar o cinto, para o Estado continuar a consumir o país até que este mirre por completo. Venha o FMI e vamos resolver isto de uma vez por todas. Afinal será já a 3ª vez que o temos cá e das 2 anteriores muitos nem souberam ou nem se lembram já.
Deixem de ser covardes e mentirosos. É inevitável. Até já se sabe qual deverá ser o valor: 75 mil milhões de Euros. E não é em Portugal.
Este tempo que perdemos entretanto, todos este meses, apenas serviu para que um determinado "Inginheiro" tentasse encobrir a sua incompetência e penhorasse o seu próprio país e a sua gente para não sair beliscado. E o resultado está à vista.
Votem nele outra vez!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Debate do PEC O problema é só um: falta de confiança no Governo
«O problema resume-se a uma frase dita e repetida por Manuela Ferreira Leite no debate sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) no Parlamento. O problema já não é das medidas concretas incluídas no PEC. “O problema é que a confiança [no Governo] está destruída”, afirmou a antecessora de Pedro Passos Coelho na liderança do PSD, no debate. E se o PS não consegue resolver “o problema da falta de confiança”, então que funcione a democracia».
E ainda faltam...
Qual é a coisa qual é ela, que é obrigado a demitir-se às 19h e às 20h vai queixar-se aos portugueses, da oposição, da crise, da conjectura e tudo o resto que tente justificar uma só coisa: INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA.
Só para justificar uma teimosia!
terça-feira, 22 de março de 2011
O meu boicote.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Para levantar o ego e homenagear esta enorme cidade
domingo, 20 de março de 2011
As voltas que a vida dá...
Limpamos o Bom Jesus do Monte
sábado, 19 de março de 2011
O país vem primeiro
"A situação do país, num cenário quase certo de eleições antecipadas, obriga a que todos os militantes, dissonantes ou não, se unam em torno do seu líder e da direcção do partido, colocando as divergências para um plano secundário. A bem de Portugal e dos portugueses."
Subscrevo na integra. Os tempo são de união e de um esforço a bem do país.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Limpar Portugal - AMANHÃ
Um grupo de Braga, que a 20 de Março de 2010 ajudou a Limpar Portugal, em jeito de comemoração do dia do Pai e o aniversário do Limpar Portugal, propõe-se realizar uma acção de limpeza do bosque do Parque do Bom Jesus no próximo dia 19 de Março.quinta-feira, 17 de março de 2011
« Basta uma aliança PSD-CDS para haver eleições »
"Dito de outra forma: basta uma aliança entre o PSD e o CDS, sendo o BE e o PCP dispensáveis, ao contrário do que aconteceria numa moção de censura ao Governo, onde ou os bloquistas ou os comunistas (ou ambos) teriam de se juntar à direita.
"É mais fácil aprovar um chumbo do PEC do que uma moção de censura. Para reprovar o PEC, Bloco e PCP são "dispensáveis".
"A moção de censura exige aprovação por uma "maioria dos deputados em efectividade de funções" (que são 116 deputados), o que, na actual configuração da AR, implica sempre uma "aliança" entre o PSD ( 81 deputados), o CDS (21) e ou o BE (16) ou o PCP+PEV (15) ou ambos.
"Acontece que para chumbar o PEC 4 basta maioria simples, ou seja, que haja mais votos a favor do que contra. O PSD e o CDS, somados, têm 102 votos, mais cinco do que o PS (97 deputados). Se o PCP e o BE se abstiverem, o chumbo será, portanto, aprovado. Se votarem contra o chumbo, salvam o Governo, e basta um deles o fazer para isso acontecer.
"Na próxima quarta-feira serão discutidas pelo menos três resoluções propondo o chumbo do PEC 4: do CDS, BE e PCP. O PS anuncia hoje se apresentará ou não uma resolução propondo sua aprovação."
por JOÃO PEDRO HENRIQUES,
http://www.dn.pt/
«Alemanha: mais pais na prisão por rejeitarem educação sexual estatal»
MADRI, quarta-feira, 16 de março de 2011 (ZENIT.org) - Na semana passada, a Europa descobriu com surpresa que, em um país democrático como a Alemanha, uma mãe foi presa por se recusar a levar seus filhos à aula de educação sexual do Estado e que já eram 53 os pais condenados por esse motivo.
Na última segunda-feira - informa a ZENIT a associação Profissionais pela Ética - a ‘Alliance Defense Fund' (ADF), entidade jurídica que defende os direitos das famílias alemãs perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo, informou sobre dois novos casos de prisão de pais em Salzkotten.
São eles: Eduard W., pai de 8 filhos, e Artur W., pai de 10 filhos e a duas semanas de ter o 11º.
Esses pais se recusaram a permitir que seus filhos participem do programa de educação sexual, porque não concordam com a educação sexual que o Estado quer impor aos seus filhos de forma obrigatória e consideram que seus direitos humanos e civis estão sendo violados.
De acordo com Roger Kiska, advogado de ADF, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo não aceitou o pedido para decretar medidas de emergência para libertar a Sra. Wiens, apesar da prisão injusta.
"Estamos convencidos de que, quando o Tribunal de Estrasburgo ditar sua sentença sobre os casos de pais que foram presos pelo simples fato de exercer a paternidade, a justiça vai prevalecer", disse ele.
Enquanto isso, na Espanha, Profissionais pela Ética promove uma declaração a favor da Sra. Wiens, a mãe presa pelo mesmo motivo, na mesma localidade alemã de Salzkotten, assim como de outros pais alemães condenados.
Nesta declaração, que foi assinada por 43 associações da Espanha, Irlanda, Itália, Bélgica, França, Eslováquia, Alemanha, EUA, Quênia, Filipinas, México e Noruega, pede-se às autoridades alemãs que libertem os pais presos por quererem educar seus filhos segundo suas convicções.
Também se exige que as instituições europeias garantam os direitos fundamentais e a liberdade de educação.
A declaração foi enviada às seguintes instituições: Chancelaria Federal da Alemanha; governo federal alemão; ministérios da Cultura e Educação dos estados alemães federados; instituições do Conselho da Europa; representantes dos governos alemão e espanhol no Conselho da Europa; Parlamento Europeu; embaixada alemã na Espanha; tribunais que condenaram os progenitores alemães; pais alemães presos.
"Com esta ação - disse Leonor Tamayo, chefe da área internacional de Profissionais pela Ética -, queremos sensibilizar a opinião pública e apoiar os pais, obrigando as autoridades a evitar essa violação agressiva dos direitos humanos."
A declaração pode ser assinada em:
http://www.profesionalesetica.org/suscribirse-a-la-declaracion/.
Para mais informações: www.profesionalesetica.org.
quarta-feira, 16 de março de 2011
O que se passa em Portugal?
Nunca Caminharás sozinho
Desconfiança do mercado pode ser reduzida com maioria parlamentar, diz João Duque
"O que a agência [Moody's] está a fazer é a ratificar aquilo que o mercado tem estado a dizer sobre Portugal (...) e o que o mercado está constantemente a dizer é que perde a confiança na emissão de dívida portuguesa e na capacidade de liquidação das dívidas" portuguesas, explicou o economista.
Apesar de admitir que uma crise política e consequente convocação de eleições legislativas seria um factor "de perturbação do mercado no curto prazo", o economista considera que, a médio prazo, a situação seria favorável à economia portuguesa.
"Havendo eleições e eventual alteração da repartição do poder político no Parlamento, isso pode dar uma maioria governativa estável - seja de que cor for - e isso é benéfico para Portugal", defendeu.
"É provável que avançar agora para eleições aumente o custo da dívida, porque se percebe que há uma instabilidade, mas também um Governo frágil sem uma maioria parlamentar estável e dependente constantemente de acordos pontuais é de grande incerteza e instabilidade", disse João Duque.
"Temos de passar pela fase pior para chegarmos a um estado melhor do que este", concluiu.
A agência de notação financeira Moody's anunciou na terça-feira ter reduzido a nota de Portugal, em dois níveis, para A3, invocando uma conjuntura económica incerta face ao programa de rigor ambicioso do Governo.
A decisão foi avançada a seguir a uma entrevista do primeiro-ministro, na qual José Sócrates admitiu recorrer a eleições caso as novas medidas de austeridade sejam "chumbadas" pelo PSD.
A redução do rating atribuído à dívida pública de longo prazo de A1 para A3 e a atribuição de uma perspetiva negativa é justificada, desde logo, pelas débeis perspetivas de crescimento económico e ganhos de produtividade.
Uma segunda explicação, avança a agência, é a do risco associado à concretização dos "ambiciosos" objetivos governamentais de consolidação orçamental.
A Moody's aponta ainda a eventualidade de o Governo ter de fornecer apoio financeiro ao setor bancário e às empresas do setor empresarial do Estado, dado que "estão incapazes de aceder aos mercados de capitais".
http://www.ionline.pt/
por Agência Lusa, Publicado em 16 de Março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Limpar Portugal
Um grupo de Braga, que a 20 de Março de 2010 ajudou a Limpar Portugal, em jeito de comemoração do dia do Pai e o aniversário do Limpar Portugal, propõe-se realizar uma acção de limpeza do bosque do Parque do Bom Jesus no próximo dia 19 de Março.É imperdoável Sócrates não ter avisado Cavaco, diz Soares
http://tv1.rtp.pt/noticias/
segunda-feira, 14 de março de 2011
Toda a verdade - exclusivo Rua do Souto
What else!
Fonte: Negócios Online, Publico
Marcelo: «Sócrates provocou a crise política»
"Marcelo Rebelo de Sousa defendeu este domingo no Jornal Nacional da TVI que foi Sócrates quem desencadeou uma «crise política» que muito provavelmente terminará em eleições antecipadas. Para o professor, a atitude do primeiro-ministro em avançar para um PEC4 sem «um telefonema» ao Presidente da República ou aos partidos da oposição foi uma «forma infantil» de Sócrates reagir aos recados do discurso da tomada de posse.
"«Fui surpreendido por Sócrates que decidiu começar uma crise política que muito dificilmente não acaba em eleições. É o próprio Sócrates que a desencadeia sem ter a noção disso», disse.
"«Neste quadro, por que há limites para tudo em termos democráticos. Ele provocou a crise. Não foi o Presidente com o discurso, nem foi a manifestação de ontem. Ele provocou a crise, habituado que está a "quero posso e mando" que a democracia não é vontade de um homem sozinho que representa um país. Logo, eu acho que há um risco grande de haver eleições com grande pena minha», defendeu.
"O professor lembrou ainda que o novo pacote pode não passar no Parlamento. «O PEC vai ter que ser votado. Ou por sua iniciativa ou por algum outro partido. E se for chumbado? Ele não pensou nisso? Custava-lhe muito ter evitado isso? Falando com os partidos, com o PSD, com o Presidente? Custava-lhe muito?».
"Para Marcelo Rebelo de Sousa as novas medidas são inaceitáveis. «Todas as medidas são discutíveis, se sim, se não. Agora esta medida do congelamento das pensões básicas é inaceitável. É de uma injustiça. Não é acompanhada de nenhuma proposta de corte de uma estrutura, de instituto público, de uma empresa pública para dois anos próximos. Este pacote exigia um bloco de apoio alargado».
"O ex-líder do PSD defende ainda que «isto não vai com um governo minoritário do PS, não vai com um Governo maioritário do PSD, nem vai com um governo maioritário do PSD e CDS. Isto vai com a necessidade de entendimento entre o PS e o PSD, pelo menos, e eventualmente o CDS. O apelo do Presidente vai nesse sentido. Agora depois de eleições tem obrigação de intervir». (...)"
http://www.tvi24.iol.pt/
domingo, 13 de março de 2011
Que vais fazer na manhã de 19 de Março? Limpar o Bom Jesus em Braga
Desta vez, um trabalho soft e educativo, com pais e filhos. Vamos deixar esta floresta centenária num “brilho”. Aproveitaremos para em parceria com a Confraria do Bom Jesus, e com o apoio dos seus técnicos, proceder a algumas limpezas de resíduos florestais para assim minimizar alguns ataques de infestantes e o potencial risco de incêndio.sábado, 12 de março de 2011
300 mil protestaram em Lisboa e no Porto contra a precariedade
10, 9, 8, 7, 6...
Ao contrário do que aconteceu nos outros PEC, o Governo não informou previamente o Presidente da República sobre as novas medidas de austeridade hoje anunciadas pelo ministro das Finanças. A confirmação da não comunicação a Cavaco Silva foi dada ao PÚBLICO por uma fonte oficial da Presidência.
Questionado pelos jornalistas, em conferência de imprensa, na sede nacional social democrata, Miguel Relvas disse que o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, “foi informado telefonicamente” pelo primeiro-ministro, José Sócrates, na quinta-feira à noite “que o senhor ministro das Finanças apresentaria hoje estas medidas”.
Desculpem mas isto já não é governação. É burrice. E quem paga as consequências desta teimosia desmesurada e desta incompetência sem precedentes é Portugal, são os portugueses. Rua com eles!!!
ADENDA A ESTE POST (às 17:40)
Não costumo adicionar adendas aos meus post, mas neste caso achei que podia abrir uma excepção.
O deputado socialista João Galamba revelou que as medidas de austeridade anunciadas por Teixeira dos Santos na sexta-feira não foram dadas a conhecer previamente aos deputados do PS.
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Eu sei que é um atrevimento...
Doação de alimentos em risco por estar sujeita a IVA
In Jornal de Noticias
«A lei obriga os restaurantes que queiram doar refeições a quem precise a pagar IVA. O constrangimento pode hipotecar a campanha "Direito à alimentação", lançada faz hoje três meses com apadrinhamento de Cavaco Silva, mas ainda por cumprir no terreno.
A ideia surgiu no seio da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), depois de uma petição contra o desperdício alimentar em restaurantes e cantinas questionar a ida para o lixo de toneladas de alimentos (35 a 50 mil refeições diárias), quando há gente com fome. A AHRESP quis ir mais longe: reunir os interessados e oferecer pratos do dia, num acção que envolve instituições de solidariedade, organizações não governamentais e autarquias».
Todos que lêem a Rua do Souto sabem que sou um apaixonado pelo voluntariado e por todas as acções de solidariedade credíveis. E que faço os possíveis por dar o meu contributo.
Por isso, questões como esta da actual taxação de IVA à doação de refeições excedentárias por parte de restaurantes, tira-me do sério. E saber que a associação de restaurantes está a 3 meses a lutar por implementar um sistema que permita a milhares de restaurantes por todo o país doar estes excedentes para ajudar aqueles, que por uma ou outra razão, se encontram em situação de necessidade.
Que mais poderá ainda acontecer? É melhor destruir comida e deixar pessoas passar fome?
E não me venham com a m€rd@ da treta de evasão fiscal. FISCALIZEM, porra!!!
Depois admiram-se das pessoas estarem a considerar sair para as ruas!!!
França é o primeiro país a reconhecer legitimidade ao Conselho Nacional Líbio
http://www.publico.pt
Amado: "O regime de Kadhafi acabou"
Quanto ao encontro com o emissário de Kadhafi, cuja identidade não revelou, disse ter-se tratado de "uma conversa informal, num hotel", com uma pessoa que conhece "há alguns anos", e, não havendo uma mensagem formal da parte de Tripoli, apenas divulga sobre o conteúdo da conversa a mensagem "clara" que transmitiu ao emissário.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, revelou hoje em Bruxelas ter transmitido ao emissário do governo líbio com quem se encontrou ontem, em Lisboa, a mensagem "clara" de que "o regime de Kadhafi acabou".
À chegada a uma reunião de chefes de diplomacia da União Europeia sobre a situação na Líbia, em Bruxelas, Luís Amado revelou ainda que, além do encontro "informal" mantido com o emissário de Kadhafi, também falou com a oposição líbia.
"Tive a oportunidade de transmitir ao emissário líbio que, do ponto de vista da comunidade internacional, o regime de Kadhafi acabou, perdeu a sua legitimidade, e que é preciso que em Tripoli se comece a pensar num cessar-fogo e no início de um diálogo nacional para que o país possa ser preservado na sua unidade e para que o povo líbio possa ser poupado a mais esforços", declarou.
Amado reforçou que "é fundamental que quem está em Tripoli entenda que é necessário criar condições para um cessar-fogo, para o início de um diálogo nacional e que o mais rapidamente possível estabeleça as condições de paz e segurança no país".
Luís Amado irá dar conta dos contactos estabelecidos aos seus parceiros europeus na reunião de chefes de diplomacia da UE que teve início esta manhã em Bruxelas, preparatória da cimeira extraordinária de líderes europeus de sexta-feira, dedicada à situação no norte de África e em particular na Líbia.
Obama está a ser injusto
Afirma que posição do presidente Obama ameaça democracia
WASHINGTON, D.C. quarta-feira, 9 de março de 2011 (ZENIT.org) - O arcebispo Timothy Dolan, de Nova York, denunciou a "injustiça preocupante e grave" que supõe a ordem do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Gabinete do Ministério da Justiça de acabar com sua defesa do casamento.
A instrução do presidente de deter a Lei de Defesa do Casamento (Defense of Marriage Act, DOMA) foi anunciada em 23 de fevereiro pelo procurador-geral dos Estados Unidos, Eric Holder.
O arcebispo Dolan, presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, divulgou um comunicado em resposta a este anúncio e também enviou uma mensagem pessoal a Obama sobre este movimento do governo.
"O casamento, união entre um homem e uma mulher como marido e mulher, é uma instituição particular e insubstituível", disse o arcebispo.
Também afirmou que "apenas um homem e uma mulher têm a capacidade de trazer filhos a este mundo".
"Junto a essa capacidade está a responsabilidade - insistiu o prelado -, que a sociedade historicamente reforça com leis que vinculam as mães aos pais e também aos seus filhos."
Ele afirmou que, "contrariamente à declaração do procurador-geral, o DOMA não discrimina pessoas com base em sua ‘orientação' ou ‘inclinação' sexual".
"A discriminação injusta contra qualquer pessoa é sempre errada - admitiu o arcebispo Dolan. Mas o DOMA não é uma ‘discriminação injusta', mas simplesmente afirma e protege o inalterável - e provado pelo tempo - significado do casamento."
"A sugestão de que isso equivale à definição de ‘discriminação' é claramente falsa e representa uma afronta aos milhões de cidadãos deste país", disse ele.
Bom senso
O arcebispo continuou: "Esta decisão não supera a prova do bom senso".
"Não é ‘discriminação' dizer que um marido e uma mulher têm uma relação única e singular que duas pessoas do mesmo sexo ou casais de fato simplesmente não podem ter."
"Não é ‘discriminação' dizer que ter um pai e uma mãe beneficia os filhos", acrescentou.
"Proteger a definição do casamento não é só admissível, mas atualmente necessária por uma questão de justiça", disse o prelado.
Ele ressaltou que "ter leis que afirmam a importância vital das mães e dos pais - leis que reforçam, em vez de prejudicar, a ideia de que os filhos deveriam ser educados por seus próprios pais e mães - é essencial para uma sociedade justa".
"Essas leis estão sendo atacadas implacavelmente", advertiu o arcebispo Dolan.
Afirmou que "a posição atual do governo não só constitui uma séria ameaça para o casamento, mas também para a liberdade religiosa e para a integridade da nossa democracia".
E prosseguiu: "Nossa nação e nosso governo têm o dever de reconhecer e proteger o casamento, não de manipulá-lo e redefini-lo, nem caricaturar as crenças profundas de muitos cidadãos, chamando-o de ‘discriminação'".
"Em nome da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, expresso o meu profundo desacordo com a recente decisão da administração."
O bispo concluiu: "Peço a Deus para que o presidente e o Departamento de Justiça façam a escolha certa para levar a cabo sua responsabilidade constitucional, defendendo a instituição insubstituível do matrimônio, e, assim, proteger as futuras gerações dos nossos filhos".
Texto completo: http://www.usccb.org/comm/archives/2011/11-043.shtml.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Há falta de "Bolo Presidente" vai mesmo "Bolo Rei"
Um Ministro nos altares???
Ministro para as minorias foi assassinato no dia 2 de março
MULTAN, terça-feira, 8 de março de 2011 (ZENIT.org) - Os bispos católicos do Paquistão querem pedir à Santa Sé o reconhecimento do martírio – passo culminante em um processo de beatificação – de Shahbaz Bhatti, ministro para as minorias do governo do Paquistão, assassinado no dia 2 de março.
A proposta será discutida na assembleia geral da Conferência episcopal, que acontece de 20 a 25 de março em Multan, Punjab.
Segundo Dom Andrew Francis, bispo de Multan e presidente da Comissão Episcopal para o Diálogo Inter-religioso, Bhatti foi um homem “que deu a vida pela fé cristalina em Jesus Cristo. Corresponde a nós assinalar sua história e experiência à Igreja em Roma, para pedir o reconhecimento oficial de seu martírio”.
Na missa de sufrágio celebrada na sexta-feira passada, na igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Islamabad, o arcebispo Dom Anthony Rufin disse que Bhatti “foi um homem que seguiu o plano de Deus para sua vida. Foi um homem que fez a vontade de Deus, com fé, obediência, esperança, confiança no Reino”.
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
90% da ajuda social na Etiópia vem de 1% do povo: os católicos
Nesta entrevista, Dom Rodrigo Mejía Saldarriaga, vigário apostólico de Soddo-Hosanna, explica como a Igreja realiza este trabalho extraordinário.
-O senhor nasceu, cresceu e foi ordenado na Colômbia. Como veio parar na Etiópia?
-Dom Mejía: Cheguei à África em 1963, mas não à Etiópia. Fui para o Congo, o antigo Congo belga, e trabalhei uns vinte anos. De lá fui para o Quênia, trabalhei como missionário durante catorze anos, e agora faz mais de dez que estou na Etiópia.
-Qual é a maior dificuldade para se adaptar à África?
-Dom Mejía: O maior desafio foi me adaptar a duas mentalidades ao mesmo tempo: as mentalidades africanas e as mentalidades europeias dos missionários, porque eu era praticamente o único latino-americano e tinha que trabalhar com europeus em prol dos africanos.
-Como descreveria a mentalidade africana?
-Dom Mejía: O africano é aberto, alegre e direto na comunicação; você consegue saber com facilidade o que os africanos pensam. Os europeus são mais reservados, se regem mais pela cabeça do que pelo coração.
-O que há de único na fé etíope?
-Dom Mejía: O cristianismo etíope é muito marcado pela tradição judaica, porque havia presença judia na Etiópia antes do cristianismo. E ainda hoje existem tradições e costumes que são do Antigo Testamento. Por exemplo, eles não comem porco e jejuam duas vezes por semana.
sábado, 5 de março de 2011
Que vais fazer na manhã de 19 de Março? Limpar o Bom Jesus em Braga
Velharias do meu baú
sexta-feira, 4 de março de 2011
Braga está mais rica. Os bracarenses também.
«O Conselho de Ministros aprovou ontem o decreto que classifica como monumento nacional o Sistema de Abastecimento de Águas à cidade de Braga no Século XVIII, designado por Sete Fontes».
Fonte: Correio do Minho
Velharias do meu baú
quinta-feira, 3 de março de 2011
Taxas aliviam depois da reunião entre Sócrates e Merkel
De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, pelas 09:42, os juros pedidos pelos investidores para transaccionar obrigações portuguesas a cinco anos estavam a negociar em média nos 7,138 por cento, abaixo dos 7,219 por cento de quarta-feira.
Desde que atingiram o máximo histórico de 7,338 por cento a 28 de Fevereiro - um recorde desde, pelo menos, a entrada de Portugal no euro, em 1999 - que os juros associados a esta dívida estão a aliviar.
Já o 'spread' face aos títulos de dívida alemã (referencial para a Europa), ou seja, o prémio pedido pelos investidores para comprarem obrigações portuguesas em vez de alemãs, situava-se nesta maturidade nos 477,5 pontos base.
Na dívida portuguesa a dez anos, as taxas estão hoje a negociar nos 7,368 por cento, abaixo dos 7,465 por cento da sessão anterior.
O máximo histórico dos juros nesta maturidade foi atingido a 25 de Fevereiro, quando os juros chegaram aos 7,545 por cento na média do dia.(...)
O primeiro-ministro, José Sócrates, e a chanceler alemã, Angela Merkel, reuniram-se quarta-feira em Berlim.
No final da reunião, ambos os líderes garantiram que os dois países vão cooperar estreitamente para que o Conselho Europeu de 24 e 25 de Março reforce a estabilidade do euro, reforme o Pacto de Estabilidade e aprove um pacto que torne a Europa mais competitiva.
Em resposta a uma pergunta de um jornalista, Sócrates negou as acusações de subserviência à Alemanha e a Angela Merkel: "O meu país tem oito séculos de história, o meu país não é subserviente com ninguém, só é subserviente com o seu povo e com aquilo que o povo tem a dizer», disse.
Lusa/SOL
«Não tenho medo»
Shahbaz Bhatti lutava pela revisão da lei de blasfêmia
ISLAMABAD, quarta-feira, 2 de março de 2011 (ZENIT.org) - O ministro paquistanês para as minorias, o católico Shahbaz Bhatti, foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira por um grupo de homens armados, na capital Islamabad.
Homens mascarados detiveram seu veículo, obrigaram Shahbaz Bhatti a descer e abriram fogo contra ele durante dois minutos. Bhatti não tinha escolta.
O político de 42 anos acabara de ser confirmado em seu cargo. Ele tinha recebido ameaças de morte em várias ocasiões, por ter defendido Asia Bibi, mulher cristã acusada de blasfêmia. Ele defendia ainda a revisão da lei que prevê pena de morte em caso de blasfêmia.
O próprio Bhatti, em várias intervenções públicas, tinha falado do perigo que corria e das ameaças de que estava sendo objeto, especialmente depois do assassinato do governador de Punjab, Salman Taseer, por se opor à lei de blasfêmia.
“Sei que poderia ser assassinado ao continuar minha batalha, mas não tenho medo”, tinha dito publicamente.
Em declarações à Rádio Vaticano no dia 5 de janeiro, após a morte do governador de Punjab, Shahbaz Bhatti referiu-se às ameaças.
“Creio que a descoberta da violência não pode criar medo e não pode nos deter no compromisso de levantar a voz em favor da justiça e da proteção das minorias e das pessoas inocentes do Paquistão”, disse.
Reações
O presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, e o primeiro-ministro, Syed Yusuf Raza Gilani, condenaram o assassinato e asseguraram que esse tipo de ato “não fará o governo recuar em sua luta contra o terrorismo e o extremismo”.
O ministro do Exterior italiano, Franco Frattini, expressou pessoalmente e em nome do governo “a mais firme condenação deste bárbaro atentado” que custou a vida de Bhatti, uma pessoa que “se havia destacado por sua visão e compromisso por construir uma sociedade baseada no diálogo e na tolerância pelas minorias e as diversas religiões”.
Para Dom Joseph Coutts, bispo de Faisalabad e vice-presidente da Conferência Episcopal paquistanesa, hoje “é um dia verdadeiramente obscuro para os cristãos no Paquistão”, trata-se de uma “notícia terrível que nos coloca em uma situação de gravíssima emergência”.
“Os cristãos não só estão tristes, mas também enfurecidos, teremos de fazer algo para nos organizar por nós mesmos”, disse ainda, em declarações à agência italiana SIR. “Este homicídio demonstra que nem sequer um ministro está a salvo”.
Em declarações a Asianews, Dom Anthony, bispo de Islamabad, que conhecia Shahbaz Bhatti desde a infância, recordou seu comprometimento.
“Ele deu tudo de si, manteve uma postura firme e pagou o preço com seu sangue”, afirmou o prelado. “O que aconteceu deveria abrir os olhos das minorias e do governo. Quanto sangue terá de ser derramado para entender que já se chegou ao limite?”
quarta-feira, 2 de março de 2011
Hospital de São João vai apresentar queixa na Entidade Reguladora da Saúde contra o Hospital de São Marcos.
O Hospital de São João, no Porto, vai apresentar uma queixa junto da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) contra o Hospital de São Marcos, em Braga, que é gerido desde Setembro de 2009 pela concessionária Escala Braga (grupo Mello), ao abrigo de uma parceria público-privada (PPP).
Segundo a diretora clínica do São João, Margarida Tavares, em declarações à agência Lusa, no último ano o Hospital de Braga transferiu, indevidamente, cerca de 700 doentes para o Porto.
"Estamos disponíveis para colaborar com todos os hospitais, incluindo com o de Braga, desde que este assuma as suas responsabilidades e não haja necessidade de o Estado pagar duas vezes pelo mesmo tratamento", afirmou a diretora clínica. Contactado pelo Expresso, o Hospital de São João não adiantou mais pormenores sobre a queixa, avançando apenas que a mesma ainda não foi entregue na ERS.
O Hospital de São Marcos, que em breve vai encerrar e ser substituído por uma nova unidade, tem uma urgência polivalente que é paga pelo Ministério da Saúde, de acordo com o contrato programa assinado com a empresa da José de Mello Saúde.
A diretora de São João diz que os casos não se circunscrevem aos episódios de urgência, já que as transferências "têm ocorrido também com atividades programadas, algumas bastante onerosas, e com internamentos".
A explicação para esta situação está, segundo Margarida Tavares, "nas próprias cartas de transferência, que alegam falta de recursos" em Braga.
Grupo Mello soma coimas em Braga
Esta queixa poderá dar azo a uma nova coima contra a Escala Braga, a terceira desde o início do ano, por incumprimentos do contrato com o Estado.
A primeira coima ascendeu a 273 mil euros e deveu-se a falhas detetadas na Urgência (falta de médicos, entre outras situações), numa auditoria realizada pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte. E apurou-se que a unidade de Braga estava a transferir indevidamente doentes para hospitais da região do Porto.
A sanção mais recente (10 de Fevereiro) foi de 545,8 mil euros e foi aplicada por "incumprimento de deveres de informação". À época a gestora Escala Braga referiu não se rever nas decisões da ARS e que iria responder, no prazo legal, à entidade contratante.
Contactada pelo Expresso, a Escala Braga ainda não se pronunciou sobre a queixa do Hospital de São João, nem avançou como vai recorrer das duas coimas já aplicadas.
Trabalhadores ameaçam impugnar contrato
Entretanto, a concessionária lida também com problemas com os trabalhadores do Hospital de São Marcos. Em causa está a transferência para o novo hospital (construído pelo grupo Mello na sequência da PPP e que está previsto abrir as portas em maio) dos cerca de 1200 funcionários, que não querem perder o vínculo à função pública.
Na semana passada, seis estruturas sindicais, em representação dos trabalhadores do Hospital de São Marcos, divulgaram um documento, com uma batalhão de argumentos jurídicos, que justifica a "manutenção da relação jurídica de emprego público dos trabalhadores do Hospital de Braga em Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas".
O abaixo-assinado (subscrito por cerca de 900 trabalhadores) foi entregue à Escala Braga, com o conhecimeto da ministra da Saúde, do presidente da Assembleia da República, do Provedor de Justiça, do Procurador-Geral da República e do presidente da ARS Norte.
Os sindicatos ponderam avançar com um pedido de anulação do contrato de gestão, caso a administração mantenha a posição de exigir contratos individuais de trabalho aos funcionários que vão ser transferidos para o novo hospital de Braga.
in: Expresso
“Negar a adopção a homossexuais não é discriminatório”
BOGOTÁ, terça-feira, 1º de março de 2011 (ZENIT.org) - Os bispos da Colômbia expressaram-se contra a adopção de crianças por pares homossexuais, advertindo que adoptar “não é um direito” e que portanto “não há discriminação”.
Em nota datada de 25 de fevereiro, os bispos afirmam que não consideram discriminatório “o facto de que o actual ordenamento jurídico nacional não contemple a possibilidade de que pares do mesmo sexo possam adotar crianças”.
Não é discriminatório porque “os requisitos para a adoção valem tanto para casais heterossexuais ou pares do mesmo sexo, tendo em conta o bem daquele que é adotado e suas necessidades, que antecedem às dos que adotam”.
A adopção – acrescenta a nota – “consiste em criar entre duas pessoas uma relação de filiação, quer dizer, uma relação jurídica e socialmente semelhante à que existe entre um homem e uma mulher e seus filhos biológicos”.
“Tal semelhança coloca em evidência não só o alcance jurídico e social da adopção, mas também seus próprios limites: o que a natureza permite, mas também o que a natureza impede, constitui o marco jurídico da adoção. Não é a Igreja nem o Estado nem a sociedade quem nega aos homossexuais a possibilidade de adotar, mas a própria natureza das coisas”.
O interesse do menor “é a motivação e o fundamento da adopção como figura jurídica”. A adopção “só pode ser definida no âmbito das necessidades e do respeito por quem é adoptado”.
Em resumo – afirmam os bispos –, “a adopção não é um direito dos que querem adotar, sejam eles homossexuais ou heterossexuais, e por isso não se pode falar de violação de um direito fundamental”.
Se isto pega moda junto das dentistas...

As metodologias e a técnicas aplicadas no exercício de uma actividade não estão estanques nas teorias académicas aprendidas, estando as mesmas sujeitas a metamorfoses provocadas pelas conjecturas e conjunturas. Um exemplo que encontrei que ilustra isto mesmo revê-se no novo método empregue pela psicoterapeuta nova-iorquina, Sarah White, que desenvolveu uma nova metodologia destinada à sua actividade, onde aplica-a nas respectivas sessões de terapia que tem com os seus clientes. A terapeuta criou um método onde a própria se vai despindo (não sei com que técnica) durante o período de duração da consulta que realiza com o paciente. Este novo método foi baptizado pela própria de Naked Therapy. Sarah White, mencionou que desta maneira os pacientes ficam mais à-vontade, conseguindo extrair deles informações mais úteis, o que proporciona um desenlace da terapia mais assertivo.
A terapeuta cobra 150 dólares pela primeira sessão, e esta é feita on-line, via webcam, para estabelecer um primeiro contacto com o paciente. Feito esse primeiro contacto, Sarah White, passa a receber os clientes pessoalmente no seu consultório em Nova Iorque, sendo estas consultas ao vivo mais caras, ficando por 450 dólares.
Se houver curiosidade ou necessidade neste tipo de serviço, e se estiver de passagem por Nova Iorque, pode sempre consultar o site http://www.sarahwhiteconsulting.com/ para ficar mais esclarecido e informado sobre esta nova terapêutica.
Ps: Embora possa parecer, mas não é nenhum site porno. A coisa é mesmo a sério.
terça-feira, 1 de março de 2011
A tecnologia ao serviço... do sexo?
Convidou umas amigas para jantar e não sabe que fazer para entreter os convidados?
A Rua do Souto sugere-lhe uma ideia.
Polícia sem dinheiro para gasolina
Sem verbas disponíveis, os responsáveis da PSP exigem um maior controlo dos gastos. Existem indicações para que os carros-patrulha só circulem em auto-estrada em casos excepcionais e com autorização do comandante da divisão.
Para o Sindicato Unificado da Polícia, a situação pode levar à redução das patrulhas ou até mesmo ao seu fim.
Já a Direcção Nacional da PSP assegura que as medidas de controlo do parque automóvel não sofreram alterações e que se mantêm «há décadas».
Ouvido pela TVI, o responsável da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia lamenta que os ministérios da Administração Interna e das Finanças tenham «desvalorizado esta situação». «Não havendo dinheiro, haverá dificuldades em fazer face a todas as situações. Ao limite, pode vir a reduzir as patrulhas automóvel», disse Paulo Rodrigues.
Fonte: diario.iol


















